Maisa exalta sororidade: “Uma mulher empoderada não está sozinha”

A atriz e apresentadora participou de uma conversa sobre o tema na Casa de Praia Gillette Venus, junto com Juliana de Faria e Karol Pinheiro

Por Beatriz Arruda - 15 fev 2019, 18h55

Quem aí está contando os dias para o Carnaval? A data é amada por muitas pessoas por causa do clima de diversão. Mas é preciso lembrar de um fato nada legal: o aumento dos casos de assédio. Embora as campanhas cresçam a cada ano, infelizmente, ainda acontece. E, nesse momento, o apoio entre as mulheres é fundamental! Essa foi a conversa do Venus Talk Ser Mulher #FazTodaADiferença, que aconteceu nesta sexta-feira (15/2) na Casa de Praia Gillette Venus, com Maisa Silva e Juliana de Faria, mediado pela Karol Pinheiro.

Fomos criadas em uma sociedade que colocou mulheres em rivalidade umas com as outras e, nos últimos tempos, muita gente vem tentando mudar essa visão, falando cada vez mais sobre sororidade. Aposto que você já ouviu essa palavra! Nada mais é do que a irmandade e o respeito entre as mulheres com o intuito de fortalecer essa relação e nos deixar mais unidas. Afinal, se sozinhas já causamos, imagina juntas! “Isso não significa que a gente precisa ser a melhor amiga de todo mundo e amar todas as mulheres, mas que a gente precisa se respeitar”, ressaltou Juliana de Faria, fundadora da ONG Think Olga.

“Uma mulher empoderada não está sozinha, ela pode ter ajuda de várias meninas”, destacou Maisa. A embaixadora Gillette Venus contou que, para se sentir pronta para falar sobre os assuntos que costuma abordar em suas redes sociais, como corpo, autoestima e autoaceitação, contou com a ajuda de várias mulheres ao longo da vida. E o resultado de tanto apoio foi se sentir confiante o bastante para aproveitar o grande alcance que tem e compartilhar isso: “Muitas pessoas chegam, principalmente meninas, e dizem que se identificam com aquilo que a gente falou e isso é muito, muito bom”, afirmou.

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Maisa Silva no talk Ser Mulher #FazTodaADiferença, na Casa de Praia Gillette Venus Beatriz Bim e Fernando Veloso/CAPRICHO

E como levar tudo isso para o Carnaval? Viu uma mulher em situação desconfortável? Você pode tentar fazer algo pra interromper. É claro, isso não quer dizer que é preciso enfrentar o assediador. Afinal, além de rolar um medo, o confronto pode piorar a situação. Mas se colocar à disposição da mulher que está sofrendo o assédio, se aproximando com adultos, por exemplo, pode ajudar. 

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Karol Pinheiro e Juliana de Faria no Venus Talk da casa de Praia Gillette Venus Beatriz Bim e Fernando Veloso/CAPRICHO

Sabemos que é comum as pessoas diminuírem a dor de uma mulher. Por isso, a empatia, o se colocar no lugar da outra, também é muito importante. Uma atitude legal é procurar apoiar o que uma garota diz. “Tudo que a mulher reclamar, tudo o que ela sentir que está errado e tentar expor vai ser visto como mimimi”, salientou Maisa. Pode ser que a gente não entenda o que ela está sentindo, mas ouvir e acreditar nela vai fazer a diferença!

E aí, vamos praticar mais a sororidade? 

A Casa de Praia Gillette Venus é aberta ao público e as atividades são gratuitas. Confira a programação completa no site do evento.

Quando: de 15 a 17 de fevereiro de 2019 (das 10h às 20h)
Onde: Nacional Club – Rua Angatuba, 703 – Pacaembu – São Paulo (SP)
Como chegar: a marca oferece transfer gratuito (ida e volta) todos os dias, a partir das 9h30, na Rua da Consolação, 2336

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