Diversidade na moda:as marcas que apostaram na beleza das diferenças

Descubra quais marcas deixaram o padrão de lado para investir em modelos não convencionais

As passarelas do mundo estão abrindo cada vez mais espaço para exibir belezas diferentes do padrão que estamos acostumados a ver nas campanhas de moda. O avanço começa a mudar a ideia do que é bonito e abre portas para a diversidade e a individualidade . Confira as modelos que já estão conquistando o seu espaço e as marcas e Semanas de Moda que apoiam essa evolução. 

Rebekah Marine

Desde pequena, Rebekah Marine sonhava em se tornar uma modelo. Mas, por ter nascido sem o antebraço direito, ela foi desencorajada várias vezes de batalhar pelo seu sonho. Hoje, depois de enfrentar muitas barreiras e preconceitos, Rebekah traz no currículo duas participações na Semana de Nova York e um catálogo para a marca de roupas americana Nordstrom .

Durante uma entrevista para o site Mashable , Rebekah declarou: “Nós deveríamos estar celebrando a singularidade ao invés de nos conformarmos com o que a mídia acha que é bonito”.

Jamie Brewer e  Madeline Stuart

Quem também fez a sua estreia na Semana de Moda de Nova York, foi a atriz Jamie Brewer, a primeira modelo com Síndrome de Down a participar do evento, no primeiro semestre de 2015, durante o desfile da estilista Carrie Hammer . Os passos da atriz foram seguidos pela modelo australiana Madeline Stuart que, depois de participar de diversas campanhas na Austrália, desembarcou em Nova York para fazer a sua estreia na segunda edição do evento em 2015.

Andeja Pejić

E já que a ideia é mostrar diferentes tipos de beleza, não dá para esquecer da campanha ‪#‎BeMAKEUPFOREVER com a modelo transgênero Andeja Pejić como o novo rosto de divulgação da marca de beleza e a primeira a fazer uma campanha mundial.

Jazz Jennings

A Clean & Clear também foi outra marca de beleza que apostou na ideia ao divulgar a campanha #SeeTheRealMe com Jazz Jennings, uma adolescente transgênero de 14 anos, que incentiva as garotas a revelarem o seu verdadeiro ?eu? e se aceitarem como são de verdade. 

Winnie Harlow

A canadense sofre bullying desde os 4 anos de idade por causa do vitiligo, doença que causa a morte das células responsáveis pela pigmentação. Mas ela não desistiu de seu sonho de ser modelo e se inscreveu no programa America?s Next Top Model. De lá pra cá, Winnie mostrou que suas manchas na pele não a tornam menos bonita e arrebatou o mundo da moda, desfilando para marcas como Ashish e Desigual, e foi a estrela de uma campanha da Diesel.

Ashley Graham

E, nessa temporada de semanas de moda internacionais, ninguém estimulou mais a ideia de aceitação do que Ashley Graham . A modelo plus size exibiu suas curvas com orgulho ao desfilar para a sua própria linha de lingerie, na Semana de Moda de Nova York, usando calcinha e sutiã transparentes. Assista ao vídeo!

O que você acha desse tipo de iniciativa?

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