Jacob Elordi revela detalhes de seu primeiro beijo

O ator compartilhou detalhes de sua infância e criticou quem romantiza seu personagem em Euphoria

Por Anny Caroline Guerrera Atualizado em 13 abr 2021, 11h25 - Publicado em 25 fev 2021, 18h02

Nesta quarta-feira (24/2), Jacob Elordi abriu seu coração e compartilhou diversas curiosidades sobre sua vida e carreira em uma entrevista para W Magazine. O ator, que ficou conhecido por seu papel em A Barraca do Beijo, falou sobre quem romantiza seu personagem da série Euphoria e também contou um pouco mais sobre um momento bem fofo de seu passado pessoal.

  • Nada de barraca do beijo dessa vez! Hahaha. O primeiro beijinho de Jacob aconteceu com uma garota chamada Ruby. O ator contou que, na época, as pessoas costumavam se encontrar em festas e os amigos agitavam para que rolasse, mas ele nunca teve uma pessoa para fazer esse gancho para ele.

    Por isso, ele se organizou para ver Ruby em uma estação de trem em Melbourne, nos Estados Unidos:  “Nos encontramos, acho que, às 16h20, em ponto. Foi um encontro para nos vermos e nos beijarmos. É até hoje um dos momentos mais românticos da minha vida“, relatou. Que fofo, né?

    Nate Jacobs (Jacob Elordi) e Maddy Perez (Alexa Demie) em Euphoria.
    Nate Jacobs (Jacob Elordi) e Maddy Perez (Alexa Demie) em Euphoria. HBO/Divulgação

    Já quem não é tão fofo assim é Nate, o personagem de Jacob em Euphoria. O próprio ator apontou alguns pontos importantes sobre a personalidade dele na série, revelando que desde o roteiro que recebeu durante as audições já percebeu o comportamento problemático do adolescente: “Ele era abusivo, bebia, gritava com as pessoas, ficava provocando. Eu ainda não tinha ideia do escopo ou da profundidade que viria pela frente”, disse.

    O astro aproveitou para criticar quem considera Nate um personagem atrativo, dizendo que é assustador e muito ruim perceber que isso continua acontecendo: “Ele é um terrorista emocional, um narcisista, um sociopata, louco”, afirmou. Errado ele não está, né? Já passou da hora de personagens abusivos deixarem de ser romantizados.

    Continua após a publicidade
    Publicidade