Ex de Naya Rivera pede processo por homicídio culposo na morte da atriz | Capricho

Ex de Naya Rivera pede processo por homicídio culposo na morte da atriz

A família de Naya, que morreu em julho, tenta provar que a morte da atriz poderia ter sido evitada

Por Amábile Reis 19 nov 2020, 11h00
colecao capricho sestini mochila bolsas
CAPRICHO/Sestini/Reprodução

Em julho, Naya Rivera morreu após um afogamento acidental na Califórnia. Em busca de Justiça e tentando prevenir que mais casos similares aconteçam, Ryan Dorsey, ex-marido da atriz, entrou com um pedido de processo contra o condado de Ventura, o United Water Conservation District e o Parks and Recreation Management por homicídio culposo, negligência e danos emocionais. Nós te explicamos o caso!

A US Weekly teve acesso as informações. A família entrou com a documentação na Justiça em nome de Josey, filho do casal e que estava com Naya na hora do acidente. De acordo com os argumentos, eles tentam provar que a morte de Rivera era possível de ser evitada e que o barco em que os dois estavam não seguia os padrões de segurança da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

A família realizou uma perícia na embarcação e garantiu: “[O barco] não estava equipado com escada de acesso segura, corda adequada, âncora, rádio ou quaisquer mecanismos de segurança para evitar que os nadadores fossem separados de seus barcos”. E continuou no texto: “Assustadoramente, uma inspeção posterior revelou que o barco não estava nem equipado com os dispositivos de flutuação ou salva-vidas, em violação direta da lei da Califórnia, que exige que todas as embarcações com mais de 4 metros sejam equipadas com dispositivos de flutuação”.

Outro ponto levantado nos documentos foi a falta de sinalização do Lago Piru, local em que o acidente aconteceu. Durante a cobertura jornalística do caso, a mídia alertou sobre os perigos da região para os visitantes. Os familiares de Naya, inclusive, chegaram a falar que ela era uma ótima nadadora, mas, o lago é cheio de armadilhas que dificultaram até as buscas pelo corpo de Rivera. Desde 1959, 20 pessoas já se afogaram na área.

Por ora, não há mais informações sobre o processo.

Continua após a publicidade
Publicidade