BBB22: Aprendiz de Prior, Rodrigo é o pior melhor jogador do programa

Estratégias falhas e falta de coragem resumem a trajetória do gerente comercial no game. Ele merece mesmo uma segunda chance pelo bem do entretenimento?

Por Vand Vieira Atualizado em 31 jan 2022, 13h59 - Publicado em 31 jan 2022, 03h26

Doutor Gê (BBB5), Alberto Cowboy (BBB7), Max Porto (BBB9), Diego Sabádo (BBB18), Pyong Lee e Felipe Prior (BBB20)… Ao longo dos últimos 20 anos, diversos participantes entraram para a história do Big Brother Brasil por serem considerados superestrategistas e terem desempenhado um papel fundamental no andamento de suas respectivas edições. No BBB22, até o momento, Rodrigo parece ser a pessoa que ocupará esse posto — o que diz muito sobre as reclamações de que clima na casa está morno.

Isso porque o gerente comercial é o tipo de cara que fala muito (muito mesmo!) e faz pouco. Exemplo: com guerra declarada ao grupo de Tiago Abravanel e sabendo que seria indicado ao paredão pelo ator, líder da semana, ele poderia ter colocado Tiago no monstro e na xepa ao vencer a Prova do Anjo só para esquentar as coisas.

Rodrigo também deveria dar justificativas mais “páh” na hora de votar ou se posicionar no Jogo da Discórdia. No último domingo (30), na formação do atual paredão, ele chamou os rivais de “grupo da Disney”, algo que já vimos em 2020. Ao mesmo tempo, quando está cara a cara com seus desafetos, o paulista não diz metade das coisas que diz sobre eles para seus aliados. Assim é fácil, né?

Falando em aliados e desafetos, ele também insiste em perseguir Arthur Aguiar e Jade Picon, sendo que o ator e cantor e a influencer sequer estão 100% fechados com um grupo. Então, a menos que Rodrigo defina melhor seus alvos e tenha mais atitude, precisamos pensar duas vezes antes de eliminar Jessi ou Natália na terça-feira (01).

Continua após a publicidade

Publicidade