O machismo nos esportes aparece já antes da educação física do colégio

Mas nela ele tende a ser enraizado de forma ainda mais intensa. É preciso rever a forma como o curso é organizado

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2021, 18h35 - Publicado em 1 ago 2021, 10h03
de um lado, o hidratante, o perfume e a máscara facial hello stars, dispostos lado a lado. De outro, as frases: Cada estrela é única, como você. Conheça a nova linha Hello Stars. Todos os elementos estão em um fundo azul escuro com estrelas que brilham
CAPRICHO/Divulgação

Meninos em uma quadra, meninas em outra. Meninos jogam futebol, meninas jogam queimada. Ou vôlei. Meninos contra meninas? Certeza que elas vão perder. Time misto? A menina é sempre a última a ser escolhida. Situações do tipo acontecem quase que diariamente em alguma escola do Brasil. Ou do mundo. Isso porque, apesar de extremamente importante, a aula de educação física tem o poder de nos convencer de machismos que nos são imposto desde que nascemos e, mais tarde, quando somos colocadas para fazer nossas primeiras atividades físicas. Geralmente, ballet clássico ou algum tipo de dança. O quê?! Artes marciais? Skate? São “esportes de meninos, muito masculinos!”.

+: Rebeca Andrade brilha na ginástica e conquista prata inédita para o Brasil em Tóquio

No 3º Papo da Galera, a Isa Otto, nossa editora de comportamento, debate o tema com a amante de futebol e jogadora Julia Sanches, a dançarina Sofia Mota, a nadadora Antonela Franciscon e a lutadora de Jiu-Jitsu Luiza Bakun, integrantes da Galera CAPRICHO.

E aí, você já sofreu algum tipo de machismo no esporte? Notou algum preconceito ou falha no sistema por ser mulher e praticar alguma atividade física? Expõe aqui pra gente!

Continua após a publicidade

Publicidade