16 frases da Frida Kahlo sobre os mistérios da vida e do amor

"Por isso a morte é tão magnífica! Porque não existe, porque só morre aquele que não viveu"

Por Isabella Otto 9 mar 2021, 10h34
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CAPRICHO/Sestini/Divulgação

Além de uma grande pintora autorretratista, Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón escrevia textos que, segundo ela, também nada tinham de surrealismo, pois expressavam a realidade nua e crua. Nascida em 6 de julho de 1907, em Coyoacán, no México, aos seis anos recebeu o diagnostico de poliomielite. Durante toda a sua breve, mas extensa, vida, Kahlo foi assombrada pela doença. Aos 47, ela morreu por complicações de uma pneumonia. Apesar de nunca ter se autointitulado feminista, até hoje a mexicana é um exemplo dentro do movimento por nunca ter se importado com padrões sociais, estéticos e de sexualidade.

16 frases da Frida Kahlo sobre os mistérios da vida e do amor
Ao longo da vida, Frida passou por passou por 32 cirurgias pngaaa/CAPRICHO

Abaixo, listamos 16 frases de Frida Kahlo sobre os mistérios da vida e do amor para você refletir sobre essa personagem icônica da vida real, cujo documentário Frida. Viva La Vida (2019) estreou na última segunda-feira, 8, no National Geographic (incluso no Disney+). Ele conta com relatos de pessoas que foram próximas à pintora, além de mostrar fotografias, roupas e objetos pessoais que raramente são vistos.

1. “O silêncio da minha boca corresponde ao deslumbramento do meu espírito.” (escrito em um envelope sem data)

2. “Nada vale mais do que o riso e o desprezo. Rir e abandonar a si mesmo é força, é ser leve.” (em diário pessoal)

3. “Eu gostaria de poder fazer o que me der vontade atrás da cortina da loucura.” (em diário pessoal)

4. “A angústia e a dor, o prazer e a morte, nada mais são do que um processo para existir.” (em diário pessoal)

5. “Árvore da esperança, mantenha-se firme.” (em diário pessoal e em uma de suas obras de arte)

6. “A vida passa e abre caminhos que não são percorridos em vão.” (em diário pessoal)

7. “Eu pintei pouco, sem a menor ambição nem desejo de glória, com a convicção de que, acima de tudo, fiz por prazer… Tentar o máximo possível ser sempre eu mesma, e ter a amarga consciência de que muitas vidas não seriam suficientes para pintar como eu queria e tudo o que eu queria.”

8. “Meu sangue é o milagre que vai nas veias do ar do meu coração ao teu.” (em diário pessoal)

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  • 9. “Ninguém jamais saberá como eu amo Diego. Não quero que nada o machuque ou que alguma coisa o incomode e lhe tire a energia de que precisa para viver. Viver como ele quiser. Pintar, ver, amar, comer, dormir, sentir-se só, sentir-se acompanhado, mas nunca quero que ele fique triste. Se eu tivesse saúde, gostaria de lhe dar toda. Se eu tivesse juventude, ele poderia levá-la inteira.” (em diário pessoal)

    10. “Pés, para que eu os quero, se eu tenho asas para voar?” (em diário pessoal)

    11. “Por isso a morte é tão magnífica! Porque não existe, porque só morre aquele que não viveu.” (em Cuatro Campanadas)

    12. “Não vou falar de Diego como ‘meu marido’, porque seria ridículo. Diego nunca foi e nunca será marido de ninguém. Muito menos amante, porque ele vai muito além dos limites sexuais, e se falasse dele como de um filho, apenas descreveria ou pintaria a minha própria emoção, quase o meu autorretrato, não o de Diego.” (em Retrato de Diego Rivera, ensaio escrito por Frida para o livro em homenagem ao muralista)

    13. “Podem esperar ouvir de mim o quanto lamento pelo muito que se sofre ‘vivendo com um homem como Diego’, mas eu não acho que as margens de um rio sofram por deixá-lo correr.” (em Retrato de Diego Rivera, ensaio escrito por Frida para o livro em homenagem ao muralista)

    14. “Eu sou a desintegração.” (em diário pessoal)

    15. “Quem diria que manchas vivem e ajudam a viver? Tinta, sangue, odor… O que eu faria sem o absurdo e o fugaz?” (em diário pessoal)

    16. “Por que eu o chamo de ‘meu Diego’? Ele nunca foi nem nunca será meu. Ele é dele mesmo.” (em diário pessoal)

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