Qual a diferença entre cravos e espinhas e como tratar cada um

A CH vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre eles!

Por Izabel Gimenez Atualizado em 15 jan 2021, 19h53 - Publicado em 16 jan 2021, 10h00

Apesar dos cravos e das espinhas fazerem parte da mesma condição de pele, a acne, eles não são a mesma coisa. Enquanto o primeiro é um sinal que as glândulas da região estão entupidas, o segundo trata-se de um estágio mais avançado que acontece a partir de uma inflamação bacteriana na área.

Existem dois tipos de cravos: os abertos (formados pelos pontinhos pretos) e os fechados (pontinhos brancos). A diferença entre eles se dá apenas pela alteração na coloração. A cor escura aparece devido a da oxidação a partir do contato do sebo com o oxigênio, as impurezas do ar e até a maquiagem que usamos no dia a dia. Os mais claros, por estarem dentro da pele, não tem contato com o exterior e, por isso, preservam a cor esbranquiçada.

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    Como tratar os cravos e as espinhas? 

    Por surgirem a partir do entupimento dos poros e das glândulas sebáceas, um dos principais passos para evitar o surgimento de cravos e espinhas é manter uma rotina de limpeza facial. Além de lavar o rosto duas vezes ao dia – uma pela manhã e outra à noite – com um produto indicado para o seu tipo de pele, é essencial retirar a maquiagem sempre antes de dormir. Outra dica é não usar cosméticos muito densos e pesados, que podem ajudar a entupir os poros.

    cuidados com a pele
    cuidados com a pele GIPHY/Reprodução

    A hidratação e o uso do protetor solar também fazem parte da rotina de cuidados e ajudam a evitar o efeito rebote, que pode aumentar o surgimento dos cravos e espinhas devido à produção excessiva de sebo.

    Esfoliar a face uma vez na semana ou a cada 15 dias com um produto não-abrasivo é outro passo que auxilia na eliminação dos cravos, pois ajuda a retirar a camada de pele morta e sujeira que pode estar obstruindo os poros e causando o acumulo de sebo. A limpeza de pele feita por um profissional qualificado também pode fazer parte do tratamento. O indicado pelos dermatologista é fazer o procedimento a cada dois ou três meses. 

    Lembre-se de que espremer a face pode causar cicatrizes e piorar a inflamação dos comedões. O contato da mão suja com a região pode acabar levando novas bactérias ao local e fazer até com que novas espinhas surjam.

    Quem deu a informação: Dra. Iara Resende, médica dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

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