Kim Kardashian responde acusações de apropriação cultural por nova marca

"Tenho muito respeito pelo significado de kimono na cultura japonesa", disse a socialite

Nesta semana, Kim Kardashian anunciou o lançamento de sua linha de cintas modeladoras, a Kimono, e causou polêmica na internet. Além da falta de modelos plus size nas fotos da campanha, várias pessoas acusaram a socialite de apropriação cultural pelo nome da nova marca, que é o mesmo de uma peça tradicional japonesa.

Agora, Kim decidiu se pronunciar sobre as acusações. Em comunicado enviado ao The New York Times, ela afirmou que a escolha faz referência ao seu primeiro nome (assim como fez com sua linha de perfumes, Kimoji) e não pretende “lançar ou desenhar qualquer coisa que de alguma forma se assemelhe ou desonre a roupa tradicional.”

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Finally I can share with you guys this project that I have been developing for the last year. I’ve been passionate about this for 15 years. Kimono is my take on shapewear and solutions for women that actually work. I would always cut up my shapewear to make my own styles, and there have also been so many times I couldn’t find a shapeware color that blended with my skin tone so we needed a solution for all of this. The third pic is the solution short. I developed this style for all of those times I wanted to wear a dress or skirt with a slit and still needed the support. Introducing Kimono Solutionwear™ for every body. Coming Soon in sizes XXS – 4XL in 9 shades. I can’t wait for you to feel this fabric!#KimonoBody @kimono Photos by Vanessa Beecroft

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“Eu entendo e tenho muito respeito pelo significado de kimono na cultura japonesa”, continou Kim. Ela ainda disse que o nome de sua marca “não impede ou restringe ninguém, neste caso, de fazer kimonos ou usar a palavra kimono em referência à roupa tradicional.”

“Minha marca de soluções modeladoras é construída com inclusão e diversidade em sua essência, e eu estou extremamente orgulhosa do que está por vir”, completou. A Kardashian também deixou claro que não pretende mudar o nome da marca como resposta para as acusações de apropriação cultural.

No Twitter, uma galera se mobilizou e criou a hashtag #KimOhNo

“Minha cultura não é seu gerador de nome de marca.”

“Eu sou uma designer de kimono. Eu me oponho e protesto contra o nome Kimono da marca da Kim Kardashian e ao fato de que ela vai registrá-lo. A história do kimono no Japão tem cerca de 1225 anos.”

“Isso se parece com roupas íntimas para você?”

E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto?

 

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