ntre uma intensa agenda de filmagens e compromissos profissionais, Giovanna Grigio chegou ao set de capa da edição de fevereiro da CAPRICHO cheia de energia. Natural de Mauá, São Paulo, a atriz de 28 anos se prepara para um ano importante em sua carreira e já demonstrou estar pronta para enfrentar desafios cada vez maiores, principalmente quando tem a oportunidade de encontrar novas camadas de si mesma em personagens. “Quando comecei a ter contato com a Valentina, era difícil conseguir acessar essa impulsividade dela porque eu não sou assim. Penso mil vezes antes de fazer as coisas”, refletiu Giovanna sobre sua personagem em Os 12 Signos de Valentina, série da Netflix baseada no livro homônimo de Ray Tavares.
Para a atriz, foi interessante aprender a ativar essa característica, principalmente por se tratar de um papel que a própria autora desejou que fosse vivido por ela. Grigio ainda ressaltou que o projeto quase aconteceu há alguns anos e, na ocasião, também foi selecionada para interpretar a protagonista. “Parece que foi escrito nas estrelas”, afirmou entre risos.
Eu gosto de ser desafiada mesmo, de sair da zona de conforto, de fazer algo diferente
Na prática, o processo de transitar entre a intensidade e a emoção que o roteiro pede foi gratificante na perspectiva de Giovanna. “Às vezes, é uma cena que pede uma carga dramática, mas é uma cena de comédia. Então, você tem que fazer piada com aquela verdade”, explicou ela, que está deixando alguns instintos de lado para entrar totalmente na atmosfera da história.
“Em cena, eu sou muito mais controladora, sabe? E, na comédia, muita coisa nasce da espontaneidade”, compartilhou Gigi, que se descreve como uma pessoa mais perfeccionista e que está aprendendo muito com o projeto. “A Valentina é aquela pessoa que vai dar tudo errado e ela vai em frente sempre. Estou aprendendo muito com ela nesse sentido.”
Com um time de direção composto por mulheres, o elenco todo está conectado para contar a história, já amada por milhares de leitores, da melhor maneira possível. “É sempre maravilhoso ter uma equipe tão feminina. Uma visão tão feminina da história. Chega até a soar meio clichê dizer que viramos uma família, mas é realmente um grupo que se deu muito bem”, contou.