Taylor sobre o feminismo: “Não me via sendo oprimida até eu me tornar uma mulher”

Cantora estampa a capa da Maxim e abre o coração ao ser chamada de porta-voz das mulheres no mundo

Por Bruno Dias Fotos: Getty Images e Reprodução Atualizado em 17 ago 2016, 16h15 - Publicado em 19 Maio 2015, 17h40

Taylor Swift continua dominando o mundo! Depois de brilhar no Billboard Music Awards 2015 e bombar ano passado com seu álbum 1989 , a cantora estampa a capa da revista Maxim em que foi eleita a “mulher mais relevante e intrigante do mundo”. Na entrevista que deu à publicação, Tay comenta o melhor ano de sua vida e ainda dá declarações fortes sobre o feminismo.

“Esse ano tem sido o meu favorito da vida até agora. Eu pude fazer um álbum exatamente do jeito que eu gostaria de ter feito. Eu pude lançá-lo exatamente da forma que eu sonhava em lançá-lo”, falou Taylor Swift sobre 1989 . “Os vídeos, estou muito orgulhosa deles. Estou orgulhosa da turnê e orgulhosa pela forma como tudo isso está acontecendo.”

Considerada uma das mulheres mais poderosas do mundo e exemplo de feminismo, Taylor fez declarações fortes sobre o tema para Maxim . “Eu não percebia todas as formas que o feminismo é vital para crescer nesse mundo. Acho que quando costumava dizer ‘Ah, feminismo não está muito no meu radar’, era porque, quando eu era vista como uma criança, eu não era tão ameaçadora. Eu não me via sendo oprimida até eu me tornar uma mulher. Não via duplo padrão nas manchetes, o duplo padrão na forma em que as histórias são contadas, o duplo padrão na forma como as coisas são percebidas”, afirmou.

Ela voltou a falar sobre como a mídia pega no pé dela por conta de suas letras sobre relacionamentos: “Um homem escrever sobre seus sentimentos se mostrando vulnerável é tratado como corajoso; uma mulher escrevendo sobre seus sentimentos se mostrando vulnerável é compartilhar demais e se lamentar”.

Para finalizar o tema, Taylor Swift voltou a criticar a sociedade machista em que estamos inseridos. “Misoginia está enraizada nas pessoas desde o momento em que nascem. Então, para mim, o feminismo é provavelmente o movimento mais importante que você poderia abraçar, porque é basicamente apenas uma outra palavra para a igualdade”, desabafou a cantora.

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