Os altos e baixos de 15 séries nesta temporada

Por Da Redação 23 nov 2012, 17h47

Back to the future, guys: dezembro se aproxima e a maioria das séries ganha um break por causa das festas. Fiquei pensando no que rolou de mais legal desde as estreias até agora (e o que ainda estou esperando acontecer). Querem ver?

tal mãe, tal filha

Jamie Lee Curtis como mãe da Jess, New GirlUma atriz incrível é sempre um toque de peso em uma série. Principalmente com esta temporada irregular de New Girl. Alguns episódios, do gênero de Fluffer e Halloween foram ótimos. Outros, como Menzies (espero não ver a Jess de TPM nunca mais), são totalmente dispensáveis. Em tempo: o que aconteceu com a boca da Zooey Deschanel, gente? Para de colocar botox, minha filha.

Deb & Dark Passenger, Dexter – Sério, Deb finalmente descobrir o segredo da identidade do irmão é um alívio imenso depois de todos esses anos. Mas não é só alívio não, o payoff é excelente. A série ganhou outro ritmo e eu tô aqui comendo os dedos esperando a LaGuerta saber de tudo também. Afinal, adoro o circo pegando fogo.

E antes que perguntem: quero ver sim o desenrolar dos sentimentos da Deb pelo Dexter. It’s gold, ppl. Esqueçam seus valores e pensem no tipo de cilada monumental que é você se apaixonar não só pelo cara com quem você cresceu, mas também por um cara que não consegue ter sentimentos!

Dr. Thomas, Grey’s Anatomy – É o melhor homem na vida da Yang até agora. Dr. Thomas entendia a garota, de verdade. Ensinou a ela a valorizar a experiência e não só a técnica. E a não esperar tapinhas nas costas de ninguém. O fofo até chegou a dizer que ela era a filha que ele gostaria de ter (awww). Vou guardar no coração.

oi, arqueiro verde

Oliver Queen, Arrow – A série é bem legal, confesso. Estou assistindo meio despretensiosamente, mas não deixa nada a desejar em clima sombrio e ação para a trilogia Batman do Christopher Nolan. Mas não é só por isso que ela é um ponto alto da temporada: Stephen Amell sem camisa #dead. Sem mais. Podem me chamar de fútil, mas quero ver se não segura vocês na frente da TV também.

O triângulo de Hart of Dixie – Já vou esclarecer: não, não sou Team George (credo!). O triângulo mais legal dessa temporada pra mim é Wade/Zoe e…Brick! Sim, as implicâncias e incentivos entre os dois sócios são fofíssimos, me lembra Lorelai com o Michel hahaha; amo. E o quase-relacionamento com o bad boy também está deixando a dra. Hart menos fresca. Tô me divertindo com a leveza dessa série. Digno de nota: Lemon Breeland virou uma personagem interessante! Ao contrário do ex-noivo dela, que anda cada vez mais bocó.

A revelação do Bloody Face, American Horror Story: Asylum – JESUS. Parem tudo, quero descer. Quando nosso editor de arte me contou a identidade do Bloody Face, não fiquei surpresa. Esperava que o papel do Zachary nesta temporada fosse ser bizarro até o último fio de cabelo, mesmo. Mas assistir foi outra história. OMG OMG OMG.

lauren & matt já foram um casal de verdade

Lauren Graham em Go On – E por falar em Lorelai Gilmore, a Lauren Graham deu as caras na série como uma ex-colega de faculdade (e possível pegs) do Matthew Perry. Me diverti muito! Sério! Já pode querer que ela se divida entre Parenthood e Go On?

Howard & Sheldon roubando a cena em The Big Bang TheoryDesde a metade da 4a temporada, a série tinha deixado de ser uma das minhas prioridades, mas dei muitas risadas com este começo da 6a. Sheldon obcecado pelas suas descobertas da infância (já que ele pode ter encontrado o Bóson de Higgs antes de todo mundo!) e Howard na estação espacial foram ótimos. A cena em que ele diz para Bernadette que sente saudade da gravidade é demais. Não consigo gostar: Amy Farrah Fowler.

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é esse o destino do Pacey Peter?

Peterserver, Fringe – Todos os Emmys para Joshua JacksonEssa temporada é do Pacey, minha gente. Ver a transformação do Peter em um Observador está sendo tensa (pobre Olivia) e incrível! Mal posso esperar pelo próximo episódio. Aliás, o que foi o fim do último, hein? Cabelos caindo, olharzinho congelado, leitura de pensamentos e…David Bowie de fundo. SCORE com The Man Who Sold The World. Fringe está encerrando sua jornada de forma brilhante, como sempre foi.

 

Tá na hora de…

o que aconteceu, Kate?

Kate Beckett ser ela mesma, CastleTudo bem que esperamos ansiosamente pelo momento em que ela e Castle ficariam juntos, mas agora tô meio desconfiada. Porque enquanto o escritor fica cada vez melhor (com as tiradinhas deliciosas dele), ela está chata. Previsível. Aguardo ansiosamente o momento em que esse romance receba algum chacoalhão e fique mais interessante. Mas sem sapatear em cima dele, viu dona Beckett?

Community voltar – Palhaçada, né? Gente, já deu de esperar pelo retorno da série, que é uma das comédias mais inteligentes que existem hoje. Depois de muita enrolação, parece  que veremos a cara da 4a temporada em fevereiro. Cá entre nós, provavelmente será a última, já que a audiência é baixa e, agora, o time tem um jogador a menos: Chevy Chase pesou a mão na rabugice fora das telas e pulou fora. Falando mal e tudo.

The Mindy Project engatar – Mindy Kaling é um nome na gringa em termos de graça, ficou super conhecida por conta de The Office. Ela é um must-cult, provavelmente tão bem conceituada quanto a Amy Poehler (de Parks & Recreation, ótima!). Mas sua série não alça voos maiores, não tem jeito. Naquela briga expectativas vs. realidade, tô levando socos da realidade com The Mindy Project

“You say you want a Revolution…”Essa é a série que tinha tudo para dar certo. Por trás dela está Eric Kripke, criador de Supernatural, e JJ Abrams, o homem que deu ao mundo Fringe e Lost. Mas eu nunca vi tantos personagens pouco cativantes juntos. Alguém me ajuda?

Max e Caroline arrumarem uma vida que não se resume a cupcakes em 2 Broke GirlsNamorados para elas, por favor. Histórias que não se limitem a desastres financeiros. E ainda tô com saudade do Johnny.

quebra tudo, Emily!

Revenge pegar no tranco de novo – A impressão que eu tenho é que todo mundo de quem Emily Thorne precisava se vingar, já era. Já rodou. E agora estamos assistindo a qualquer outra coisa menos emocionante que Revenge. Mas Emily VanCamp é muito musa e eu tenho fé de que a coisa ainda vai pegar fogo.

PS.: Fãs de The Walking Dead: Não chorem, não se desesperem. Estou preparando um post só sobre a série, ok?

Revoltas, choro, lágrimas e declarações de amor nos comentários, please! 

Beijo, meninas 😉

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