Anitta lamenta crítica à diversidade de dançarinos: “É de chorar” | Capricho

Anitta lamenta crítica à diversidade de dançarinos: “É de chorar”

"Estou doida pra chamar atenção mesmo... Pra um assunto muito importante que o nosso povo quase não dá atenção", falou a cantora

Por Da Redação 19 out 2017, 12h56
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“Pessoas assim têm suas limitações, mas não é impossível de trabalhar”, falou Anitta Reprodução/Youtube

Para sua apresentação no Prêmio Multishow, Anitta resolveu apostar na diversidade ao escolher seus dançarinos, escalando profissionais plus size, cadeirante, com Síndrome de Down. Apesar da mensagem de inclusão da cantora, ainda teve gente foi que criticá-la nas redes sociais, dizendo que ela estava “querendo se aparecer”. Pediram pra levar um pisão, né?

“Depois as pessoas ainda perguntam porque o Brasil não anda bem. Estou doida pra chamar atenção mesmo… Pra um assunto muito importante que o nosso povo quase não dá atenção. Pessoas assim têm suas limitações, mas não é impossível de trabalhar”, respondeu Anitta, que não parou por aí: “É preciso adequar agenda, estrutura local, custos, limitação de cada um pra estar dentro de um show inteiro. A gente tenta ajustar tudo isso pra passar uma mensagem legal, pra permitir que pessoas ‘invisíveis’ trabalhem com uma coisa que gostam e ainda tem que ler uma coisas dessas. É de chorar.”

O time de dançarinos de Anitta é formado por: Felipe Campus, 33 anos, bailarino e modelo plus size; Beatriz da Rocha Ribeiro, 52 anos, dona de casa; Camille Rodrigues, 25 anos, atleta paralímpica da seleção brasileira de natação; Vanessa Abreu, 29 anos, bailarina e cadeirante; e Felipe Rodrigues, 24 anos, portador de Síndrome de Down e dançarino.

Felipe Rodrigues é portador de Síndrome de Down e arrasa muito nas coreografias Instagram/Reprodução

Aliás, Felipe Rodrigues arrasa muito nas coreografias e recebeu elogios do professor Daniel Saboya, do Daniel Saboya Dance Studio. “Não estou falando que ele é excelente para um portador de Down. Estou dizendo que ele é excelente e ponto”, falou o professor ao jornal EXTRA. “Ninguém consegue parar de olhar para ele quando está num palco. Ele vai causar no Prêmio.”

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