Wally vira mulher em campanha contra desigualdade de gênero

Encontrar uma mulher no ambiente de trabalho não deveria ser tão difícil, mas é. Aliás, que posição ela ocupa?

Por Da Redação 15 mar 2017, 09h56

Apesar de o Brasil ser o país com maior igualdade de gênero na área da ciência, essa máxima não é verdadeira quando falamos de mulheres em ambientes de trabalho. No Reino Unido, soma-se apenas 12,8% de mulheres no campo da ciência, matemática, engenharia e tecnologia. O número cresceu apenas 0,2% em três anos. Na África e na Ásia, a desigualdade entre homens e mulheres também é grande. Foi exatamente por isso que a ONU Mulheres criou uma campanha intitulada Finding Her (“Encontrando ela”, em tradução livre), que se inspira no clássico jogo de busca “Onde Está Wally”? para mostrar que as mulheres ainda são minorias no trabalho.

O Wally, com sua clássica blusa branca e vermelha, seus óculos redondos e seu gorro de lã, foi substituído por uma mulher em cada cenário, que representa diferentes carreiras, como Direito e Medicina. Será que você consegue, por exemplo, encontrar a única representante feminina nessa empresa biomédica?

Wally vira mulher em campanha contra desigualdade de gênero
Divulgação/Divulgação

E nessa assembleia?

Wally vira mulher em campanha contra desigualdade de gênero

Divulgação/Divulgação

“Encontrar uma mulher no trabalho não deveria ser tão difícil” é o slogan da campanha, criada pela agência DDB Dubai, para ressaltar a ainda gritante desigualdade de gênero entre homens e mulheres no ambiente de trabalho, neste mês de março, dedicado todinho à mulher.

 

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