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Sou BV sim e daí?!

A CAPRICHO conversou com meninas que nunca beijaram, morrem de curiosidade e dizem que a primeira vez tem que ser com o cara certo

Por Da Redação Atualizado em 25 ago 2016, 00h00 - Publicado em 22 jul 2013, 18h57

No mundo da primeira vez, além de muitas complicações e curiosidade, existem muitas siglas. O nome dado para quem nunca experimentou o gostinho do beijo é BV (abreviação para “boca virgem”). A definição ainda pode se estender para BVL (“boca virgem de língua”). Os BVs ou BVLs vivem num dilema super difícil de resolver: vale beijar para matar a curiosidade ou é melhor esperar o cara certo?

A estudante Elisângela Lemes, de 13 anos, nunca beijou ninguém, mas conta que não lhe faltaram oportunidades. “Alguns meninos já até pediram, mas eu não quero. Quero que seja com alguém especial”, diz.

Pode parecer drama para os que já beijaram, mas perder o BV para um cara qualquer é ruim para muitas meninas. “Antes eu me preocupava bastante em ser com o cara certo, num lugar lindo, mas agora eu pensei bem e acho que precisa ser só bom”, revela Natália Mazzilli, de 12 anos, que nunca beijou um garoto. “Tenho medo, ainda não me sinto bem pra ficar com alguém”, completa.

As meninas que nunca beijaram são, geralmente, tímidas demais e não têm coragem de se declarar para o garoto que gostam. “Eu tenho medo de errar alguma coisa e ficar parecendo idiota”, conta a estudante Raíza Jasper, de 14 anos.

Além da insegurança, as virgens de beijo ainda têm que se acostumar com a zoação da galera, com a pressão dos colegas e com a dúvida do arrependimento. “Minhas amigas dizem ‘É só você ir numa festa e já era’, mas eu não quero alguém de uma festa, que não vou saber nem o nome”, diz Elisângela.

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Na escola, no shopping, no cinema, no clube, o assunto é sempre o mesmo e as meninas que nunca beijaram se sentem excluídas por não participar da conversa. “Minhas amigas passam o tempo todo falando sobre isso. Como tenho uma amiga que também é BV, nós sempre ficamos juntas, imaginando o primeiro beijo e pensando em histórias de garotos perfeitos”, conta Raíza.

Gelo, maça, mão… enquanto o primeiro beijo não chega, o jeito é praticar. “Já treinei na mão. Todo mundo falava que funcionava, aí pensei “Se treinar ensina, eu treino”, diz Natália. Se funciona pra valer? Ninguém sabe!

E você? Como foi o seu primeiro beijo?

 

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