Nostalgia: matérias e capas empoderadoras da CAPRICHO que você precisa ver!

Uma viagem importantíssima no tempo em 20 imagens.

Por Isabella Otto - Atualizado em 24 ago 2016, 14h27 - Publicado em 3 abr 2016, 18h40

A CAPRICHO sempre esteve com você, seja te distraindo com fotonovelas, te dando dicas de como usar as últimas tendências, deixando sua vida mais bonita com colírios ou te empoderando com a campanha #GirlPowerCH. Ela sempre foi a sua melhor amiga – e vai continuar sendo! Os tempos mudam, as formas de abordar determinados assuntos também, mas te deixar na mão?! JAMAIS! 

1. Jane Fonda foi toda “meu corpo, minhas regras” na capa da CAPRICHO de 1968! “Fico nua quando quiser”, ela disse. Na outra capa, também dos anos 60, uma chamada fala sobre a vida da mulher casada e que trabalha. Naquela época, a mulher ainda não era tão inserida no mercado, então a revista foi conhecer a rotina delas e contou para todas que também tinham interesse em trabalhar!

2. À esquerda, de 1968, a capa fala sobre a mulher não querer ser mãe. No período em que a revista foi publicada, essa recusa da maternidade era algo muito estranho! Mas, afinal, é um direito da mulher, certo?! Já a foto da direita é do ano seguinte, de 1969, e traz uma declaração da atriz Kim Novak afirmando que nunca precisou de homens. GRL PWR!

3. Em 1970, a CAPRICHO trouxe uma chamada na capa que, apesar de pequena, dizia tudo: “A libertação da mulher“. Ao lado, uma capa de 1971, que falava sobre uma mulher poderosa e inspiradora: “Quando todas eram dominadas, ela não quis ser. Revoltou-se, foi livre, foi mulher!”.

4. Na capa da esquerda, de 1971, uma das chamadas incentiva que as mulheres tenham orgulho do próprio corpo e, logo abaixo, critica dietas que fazem a pessoa passar fome. Na outra revista, de 1987, a CAPRICHO chama a atenção para um assunto importante: “como se proteger da violência sexual?”. Infelizmente, isso já acontece há muito tempo…

5. No começo dos anos 80, a sexualidade da mulher ainda era tabu. Quer dizer, não que as coisas sejam muito diferentes agora, né? Mas, na época, a matéria “O que é a sexualidade na vida da mulher” tratou a questão de uma forma clara, daquele jeitinho de melhor amiga para melhor amiga. 

6. Em 1982, a Fernanda Torres, com 15 anos na época, deu uma declaração encorajadora à CAPRICHO: “eu sou eu, minha mãe é minha mãe!”. Às vezes, quando seguimos os passos dos nossos pais, que já são consolidados em determinada profissão, por exemplo, nos sentimos pressionadas, quando, na verdade, você deveria ser você, viver a sua vida e evitar comparações. Elas não são saudáveis. 

7. Na Revista CAPRICHO de nº 548, publicada em novembro de 1981, havia uma matéria que, para a época, era uma ousadia. E olha que estamos falando dos anos 80, um periodo pós ’70s, cheio de discursos de amor livre, libertação e seja você mesma. A matéria “Filho, sim. Casamento, não” mostra que a mulher não depende de homem para criar um filho. Ela pode fazer as suas próprias escolhas!

8. Ainda nos anos 80, a seção Transformação incentivou a beleza natural da leitora, que, anteriormente, não se aceitava. “Cada uma é bonita a seu modo e o melhor modo de ser bonita é se mostrar: valorizar (e não esconder)”! Como será que a Maria Regina está hoje?

9. A questão levantada pela CAPRICHO nos anos 80 vale também para os dias de hoje, em que somos bombardeados com informações a todo instante. “Mas até que ponto devemos fazer o que os outros dizem os fazem?“. Ser você mesma é sempre a melhor resposta!

10. Nos aos 60, 70, 80, 90, 2000… Sempre!

11. Essas duas revistas são mais recentes, ambas de 2013. Na da Sophia Abrahão, a CAPRICHO falou sobre o direito que a menina tem de dizer não ao garoto. Já na da Anitta, uma afirmação da cantora chama atenção: “faço o que quero. O garoto que aceite”! Realmente, não devemos mudar quem somos por ninguém, né?!

12. Separamos duas capas da Demi Lovato, sempre linda e girl power! Na da esquerda, ela manda uma mensagem para as garotas com curvas, como ela: “Se aceitem”. Na outra, ela diz que quer mostrar a todos que é ok ter o corpo de uma garota normal. Não é preciso seguir os padrões para ser bonita!

13. Para encerrar a nossa sessão nostalgia girl power, Anitta em uma capa especial da CAPRICHO de 2014, reestrelando a clássica campanha dos anos 90 Camisinha: Tem Que Usar!. Lá atrás, foi a vez de Luana Piovani dar esse recado importante aos jovens. Meninas não devem ter vergonha de exigir o preservativo nem de andar com preservativos na bolsa. Camisinha, tem que usar!

Muito legar revisitar essas capas antigas da Revista CAPRICHO e ver como os tempos mudam, né? Vocês curtiram essa viagem no tempo?

 

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