Chloë Moretz manda recado para haters: ‘Você está falando sobre seres humanos!’

Até a atriz, que está acostumada com a vida midiática, não aguenta mais. Será que estamos perdendo a humanidade?

Por Isabella Otto 28 jun 2016, 12h00

Até quando algumas pessoas vão usar a tela do computador ou do celular como escudo para causarem com a vida alheia? Os haters virtuais parecem não ter limites e, sempre que podem, arranjam uma desculpa e um oportunidade para vomitar comentários de ódio gratuito nas redes sociais. Nós já estamos cansados; e a Chlöe Moretz também!

Na manhã desta terça-feira, 18, a atriz usou o Twitter para desabafar sobre cyberbullying. Por ser uma pessoa da mídia, teoricamente, Chlöe estaria mais sucestível a haters de plantão. Mas o mais assustador é que isso não é mais uma regra. A atriz está assustada com a proporção de que essa raiva está tomando. É tanto ódio, que parece que as pessoas estão perdendo aquilo que as tornavam seres donos de polegares opositores: a humanidade.

“Quando as pessoas escondidas atrás de telas de computadores vão se cansar de chamar as outras de ‘gorda’ ou ‘masculina’? Digitar comentários odiosos faz com que você se sinta bem? Isso te preenche de alguma forma obscura? Pegue leve antes de disparar comentários ignorantes e se dê conta de que você está falando sobre seres humanos. Ele ou ela são pessoas, com sentimentos e pensamentos e uma vida que você está afetando muito negativamente. Eu tenho passado minha vida toda em frente às câmeras, crescendo com essa miscelânia de pessoas julgando e criticando cada pequena coisa sobre mim, e é hora de pararmos de nos escondermos atrás de teclados pensando que sabemos até o menor detalhezinho sobre aquela pessoa que estamos julgando“, desabafou na rede social.

Realmente, parece que algumas pessoas se esquecem de que atrás da tela existe uma pessoa, não uma máquina, que vai ler os comentários negativos sobre ela e ter as mais variadas reações, algumas bastante drásticas. É chegado aquele momento em que humanos estão perdendo a humanidade. O que sobra?

 

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