Quatro histórias incríveis de superação

A gente sabe: ás vezes parece que nada vai dar certo. Mas só parece! Conversamos com 4 garotas que provaram ser possível dar a volta por cima. E temos certeza: ao ler estas histórias, você se sentirá muito mais forte para seguir em frente . Sempre!

Superou a anorexia

Gabriela Stofer –  14 anos – São Paulo (SP)

“A situação era horrível! Estavam me zoando na escola por eu ser gordinha! As garotas começaram a fazer piadas sobre mim, inclusive quem eu julgava minha amiga. Querendo ter o corpo daquelas meninas, parei de comer. De verdade! Foi o começo do fim. Quando percebi, passava o dia todo com uma única barra de cereal e cheguei aos 29 kg . Eu desmaiava toda hora! Minha mãe ficou desesperada e tentava me mostrar que eu estava doente, mas eu não acreditava. Comecei a visitar um psicólogo e foi só aí que eu realmente entendi: estava com anorexia. Ir ao médico e aceitar o quanto tudo aquilo me fazia mal, foi o meu grande momento de superação. Antes, tinha vergonha de falar sobre esse problema, mas hoje sou uma pessoa completamente diferente. Me cuido e me arrumo para me sentir bem comigo mesma. Aprendi que não devemos nos deixar abalar com o que os outros pensam.”

Superou o fim do namoro

Rafaela Galli – 17 anos – Osasco (SP)

“Eu era muito apaixonada pelo meu ex- namorado e perdi o chão quando ele terminou tudo. O nosso relacionamento de 1 ano e 2 meses já estava desgastado e, apesar de eu chorar sempre que brigava com ele, não conseguia me imaginar sozinha. A dor de não ter o garoto ao meu lado durou meses . Para esfriar a cabeça, viajei para  minha cidade natal, no Rio Grande do Sul.  Lá percebi que havia muitas coisas legais na minha vida. Comecei a valorizar mais minha família e amigos, que sempre estiveramao meu lado! Aos pouco, fui ficando bem de novo, mas ouvir falar dele ainda era algo que me machucava. Acho que só me recuperei quando descobri que iríamos conseguir ser amigos apesar de tudo. Voltamos a nos falar e eu resolvi focar apenas nas lembranças boas do nosso namoro e seguir em frente.”

Superou a perda

Marcella Simonini – 17 anos – São Paulo (SP)

“Perdi meu pai vinte dias antes do meu aniversário. Ele teve um infarto em casa e mesmo chamando a ambulância, não teve nada que pudesse ser feito. Lembro de ver minha mãe dizendo: ‘O papai se foi…’. No começo o choque foi tão grande que não consegui reagir. Passado um mês,  passei a chorar muito e achar que todo mundo ao meu redor também morreria.  Não dormia sozinha, não queria sair… Minha mãe ficou preocupada e comecei a ir ao psicólogo. Foi então que descobri  estar com síndrome do pânico e depressão, tudo consequência da perda do meu pai. Durante os dois anos em que eu fiz tratamento eu era uma pessoa completamente diferente. Perdi muitos amigos e me sentia triste. Agora, apesar de não me considerar 100% curada, afinal a saudade nunca vai embora, acredito que comecei a superar esse trauma com o tratamento. Hoje eu sou capaz de dividir a minha história e tentar ajudar pessoas que também passam por uma situação parecida com esta.”

Superou a briga com a BFF

Raquel Blascovi – 15 anos – São Paulo (SP)

“Eu poderia explicar essa história de vários jeitos, mas o melhor deles é: minha melhor amiga ficou com o cara por quem eu era apaixonada. Eu simplesmente não conseguia acreditar! Várias vezes contei a ela tudo o que eu sentia e, mesmo assim, ela me traiu! O pior é que só fui descobrir por causa das fofocas no colégio. Não conseguia ficar perto dela! Quando eles terminaram, m inha amiga veio chorar no meu colo e foi neste momento em que eu explodi . Achei que era a hora certa de dizer tudo o que estava sentindo. Ela ficou ainda pior e não parava mais de chorar. Ficamos muito tempo nessas condições até que eu resolvi superar esse problema todo, afinal, estava me fazendo mal também. Tivemos uma conversa séria e combinamos que esse tipo de coisa nunca mais rolaria! Resolvi por um ponto final na história e encarar o fato de que a nossa amizade vale mais do que qualquer garoto”

Créditos da Foto: http://www.flickr.com/photos/brvieira/

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