12 joguinhos old school e acessíveis para se distrair em casa

Não é preciso de muito para se divertir - e, definitivamente, também não é preciso de um celular.

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 (CAPRICHO/Divulgação)

Se ficar em casa pode ser meio desesperador hoje em dia, com a internet para nos distrair, imagina há alguns poucos anos, em que as pessoas não tinham conexão ilimitada e precisavam se distrair de outras maneiras?! Pode acreditar: era uma delícia!

 (Reprodução/Reprodução)

Pensando nisso, reunimos alguns jogos naquela pegada old but gold que você pode brincar usando, na maioria das vezes, apenas papel e caneta. Ou as mãos. Outros são um pouquinho mais elaborados, mas nada que não possa ser feito usando algumas horas do seu dia. Se liga!

1. Stop!
Em uma folha de papel, você escreve no topo as “categorias” (elas podem variar bastante) e as separa em colunas. Depois, escolhe com a galera aleatoriamente uma letra do alfabeto para responder todas as categorias com palavras começadas por ela. Quem preencher primeiro tudo certinho grita “stop!”. Palavras repetidas valem 5 pontos e palavras não repetidas valem 10. No final de cada rodada, some os pontos. Ao final da partida, que pode durar quanto tempo os jogadores quiserem, calcule o saldo total para ver quem leva a melhor.

 (Reprodução/Reprodução)

2. Quem sou eu?
Em um papel, escreva um nome próprio ou de um objeto, comida, etc. Depois, cole esse papel na cabeça de outra pessoa, sem que ela saiba o que está escrito. Depois, ela começa a fazer perguntas para os jogadores em busca de pistas para descobrir afinal quem ou o que é. Hoje, alguns aplicativos de celular também já disponibilizam o game.

 (Lucy Lambriex/Getty Images)

3. Detetive
Não, não é aquele famoso jogo de tabuleiro – mas pode ser também, se você tiver e quiser. Nessa outra versão, você escreve em pedacinhos de papel a palavra “vítima” e apenas uma vez as palavras “assassino” e “detetive”. Depois, cada um dos jogadores, em segredo, sorteia um papel e encarna o personagem. A missão do assassino é matar as vítimas na roda com um piscar de olhos discreto, sem que sua identidade seja descoberta pelo detetive. Cada vítima que for assassinada fala “morri” e sai do jogo. A única pegadinha aqui é se o assassino piscar justo para o detetive. Aí já era!

4. Forca
Numa folha de papel, desenhe uma força e os tracinhos ao lado dela que representam as letras da palavra que você escolheu. A missão do outro é adivinhar a palavra chutando letras. Cada chute errado é uma parte do corpo que a forca recebe. Perde quem completa o corpinho todo. Uma dica boa é começar chutando as vogais A, E, I, O e U.

5. Mímica
Esse jogo fica ainda mais legal se jogado com bastante gente e os participantes se dividirem em grupos, mas também dá para jogar só em duas pessoas mesmo. O negócio é descobrir a mímica que o representante do grupo está fazendo para acumular pontos. Agora, se estiverem só em duas pessoas, podem abrir uma exceção e brincar de adivinhar um a mímica do outro, sem uma grande disputa, só pela distração mesmo. Há jogos de tabuleiro que auxiliam as mímicas. Se você tiver um em casa, ajuda. Se não, vai no improviso mesmo.

6. Jogo do completa
A jogabilidade aqui é simples: você começa falando “fui à feira e comprei uma maçã”, daí a outra pessoa tem que completar adicionando uma item à lista: “fui à feira e comprei uma maçã e uma banana”; e assim sucessivamente. Também rola trocar a temática do game. Por exemplo, ao invés de ir à feira, você pode ir ao shopping ou até ao Espaço Sideral! Quem errar a sequência ou não se lembrar mais dela, perde. A pessoa com melhor memória vence!

7. Cinco-Marias
Essa é uma brincadeirinha muito fofa e difícil, mas que requer uma habilidade manual caso você já não tenha os saquinhos em casa. Você precisa de cinco deles, como a Flavia Calina mostra a partir dos 6 minutos do vídeo abaixo. Dá para improvisá-los com pedaços de tecido e até alguma roupa velha que você já tenha em casa. Você pode enchê-los com areia, arroz ou terra. Para fechá-los, é interessante alinhavar (e você pode pedir a ajuda de algum responsável caso se sinta mais segura). O intuito principal é conseguir jogar um saquinho para o ar, pegar outro no chão e depois o que estava no ar, enquanto ele cai. A dificuldade vai aumentando conforme você vai passando os níveis. Você pode conhecer mais sobre o jogo acessando o site Projetos Memórias, da USP. 

8. Telefone sem fio
Essa brincadeira é um clássico e só rola se tiver bastante gente pra jogar. Em fila, a primeira pessoa sussurra um recado para a seguinte, que tem que passar a mensagem sem distorcê-la. Será que ela chega intacta até a última pessoa? Será que ela vai se perder no caminho? Será que alguém vai acabar pregando uma peça e mudando a mensagem de propósito? Divirta-se!

9. Com quem será?
Chegamos às brincadeiras de mão que não são tapas, plmdds , as favoritas das adolescentes no ensino fundamental. Nessa em questão, o intuito é descobrir com quem você vai casar. Meio machista, é verdade, até porque você pode não querer casar com ninguém e está tudo certo, mas abrimos uma exceção pela diversão – e pela tradição! Há variantes da música cantada, mas, no geral, ela é bastante parecida com a demonstrada abaixo:

10. Adoleta
Outra brincadeira de mão bastante famosa é a Adoleta, que também tem suas variantes Brasil afora. O Canal Parabolé também explica como ela funciona, mas, basicamente, o seu intuito é sobreviver por mais rodadas possíveis. Como você faz isso? Não deixando que a última pessoa a dar uma tapa na sua mão realize o feito. Ou seja, você precisa tirar a mão antes. Bora tentar?

11. Esconde-esconde
Outro clássico das brincadeiras old school, que fica ainda melhor se a sua turma for grande, é o de esconder e não deixar que a pessoa que está procurando te ache. Pode parecer um conceito meio bobo, mas é divertido que só, principalmente se você achar lugares inusitados para se “camuflar”! Só cuidado para não se machucar, ainda mais se, no seu jogo, tiver o famoso “pique”, que imuniza a pessoa encontrada se ela chegar antes da que estava procurando ao local “coringa”.

12. Estátua
Solta o som e pare de repente, se fingindo de estátua. O último a se mexer, ganha! Se quiser deixar a brincadeira mais difícil, ou emocionante, escolha uma pessoa para atrapalhar as estátuas fazendo cócegas, caretas e coisas do tipo.

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