Histórias (muito tensas!) de meninas que se deram mal na internet

O mundo de três meninas desmoronou após caírem numa roubada virtual! Conheça as histórias delas e fique sempre esperta para não cometer os mesmos vacilos!

Me apaixonei por um famoso fake

A.C., 15 anos,

“Tudo começou quando, no meio das minhas solicitações de amizade do Facebook, vi o perfil  de um suposto Dudu Surita. Como assim ele queria ser meu amigo? Achei estranho, mas como sempre fui apaixonada por ele, adicionei. Logo mandei um oi no chat e a conversa rolou normalmente. Ele até me contava como eram as sessões de foto em que participava. Pedi para ele me passar o celular, pois não estava acreditando muito naquela história. Nossa primeira conversa ao telefone foi ótima. Achei a voz superparecida e acreditei. Em pouco tempo me apaixonei por ele. Eu sonhava com o dia em que nos conheceríamos pessoalmente. Marcamos um cinema, mas quando minha mãe soube não me deixou ir . Fiquei com muita raiva, era como se ela estivesse estragando o sonho da minha vida. Ficamos brigadas um tempão, mas, mesmo assim, eu continuava a falar com ele escondido. Quando contei sobre a desconfiança da minha mãe, as conversas ficaram estranhas e nunca mais marcamos de nos ver. Só acreditei que aquilo era uma mentira quando, num evento, tive a chance de perguntar para a mãe do Dudu verdadeiro se aquele número era mesmo dele. Não era! Chorei muito e deletei o meu perfil da rede social para sempre !”

Fiquei de recuperação por causa de um tweet

B.N., 16 anos

“Eu tinha acabado de fazer prova de matemática e sabia que só havia ido bem pois tinha colado. Não me orgulho nem um pouco disso, mas estava tão eufórica que resolvi tuitar. Escrevi: “uhuuul prova de mat hoje dominada por causa da cola” . Eu só não imaginava que o meu professor veria e, pior, contaria para a diretora da escola. Já dá para imaginar o que aconteceu depois, né? Minha mãe foi chamada para uma reunião e eu tirei zero no teste. Deste dia em diante, resolvi pensar mil vezes antes de tuitar qualquer coisa que me exponha demais! Ah, e a colar também!”

Paguei o maior mico no colégio

J.P., 14 anos

“Sempre curti muito um garoto mais velho da escola, mas por pura timidez nunca havia chegado perto dele. Os meninos da minha sala sabiam e até me zoavam por isso. Um dia, do nada, uma solicitação para adicioná-lo no MSN surgiu na tela do meu pc. Como o e-mail tinha o nome dele, aceitei na hora. O avatar era a foto do garoto e, nem por um segundo, duvidei de que não fosse verdade. A gente conversava todos os dias sobre todos os assuntos. Ele sempre me dizia que também era tímido e, por isso, não tinha coragem de falar comigo ao vivo. Acreditei! Contei o que estava rolando para a minha BFF e ela me fez criar coragem para encarar o cara pessoalmente. Foi ridículo! No meio do intervalo, na frente de todo mundo, fui falar com ele que,  na hora, começou a rir de mim! Depois de ver os meninos da minha sala comentando sobre o assunto, descobri que durante uma aula de informática, eles tiveram a ideia de criar esse MSN fake para me zoar . Até hoje, 6 meses depois, sinto muita vergonha toda vez  em que passo perto do garoto.”

 

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