10 coisas que aprendemos com Once Upon a Time e levamos para a vida

Tem gente que diz que se melhorar, estraga. Mas não é o caso de OUAT.

Por Isabella Otto - Atualizado em 17 ago 2016, 15h18 - Publicado em 21 dez 2014, 18h30

Era uma vez, uma série chamada Once Upon a Time, que conseguiu fazer uma proeza: deixar as famosas narrativas dos contos de fadas ainda mais intensas e, por que não, mais reais. Porém, vale lembrar que o seriado vai muito além de princesas, príncipes encantados e rainhas más. Vai além de realidade e ficção. Vai além de maçãs envenenadas, cochilos eternos e sapatinhos de cristal. Ele vai além. Simples assim. É pura magia!

1. A vida real não é um conto de fadas da Disney

Não querendo desanimar, mas a vida está mais Storybrooke. Nem sempre você vai acordar com um beijo do amor verdadeiro, se casar com o seu príncipe encantado ou resolver os problemas em um passe de mágica. Mas é importante ter consciência disso, para que o desapontamento seja menor.

2. Não devemos julgar pela aparência

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A Evil Queen tinha tudo para ser uma das personagens mais odiadas de OUAT. Mas pasmem: ela não é! Muita gente, para não dizer todo mundo, acaba caindo nos encantos da vilã da história da Branca de Neve. Ela é intensa. Ela tem altos e baixos. Ela é realista.

3. Você pode salvar o mundo

Você pode fazer a Emma. Pode acreditar! E há inúmeras formas de se fazer isso. Uma delas é começar salvando mundos que não sejam especificamente os seus. Isto é: ajudando pessoas, pensando no bem maior (mas não como o Dumbledore), fazendo que o mundo a sua volta se torne um lugar melhor. Consequentemente, ele vai se tornar melhor para os outros também.

4. Nem todo mundo é confiável

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Tudo bem, você deve escutar isso dos seus pais a vida toda: “não entre em carro de estranhos”, “não aceite doces de desconhecidos”… É que alguns desconhecidos podem ser tão “rumpelstiltskinmente” cativantes. Mas, epa! É justamente aí que mora o perigo. Como diria nosso querido Rumpel: “toda magia vem com um preço”.

5. As pessoas más não nasceram assim

Já dizia Jean-Jacques Rousseau (alô, aula de filosofia): “o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Os contos de fadas também têm esse poder de corromper. De início, nós podemos detestar bruxas e rainhas más, simplesmente por elas serem vilãs. Mas, com o tempo, vamos percebendo que elas também têm um passado e um porquê de serem assim tão malignas. Não que isso justifique o mal; apenas faz com que a gente o veja com olhos mais críticos, por assim dizer.

6. O amor pode ser a pior das maldições

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Como diria Mary Margareth: “o amor é a pior coisa. Queria que houvesse uma cura mágica”. Como diria Rumplesltilskin: “o amor já matou mais do que qualquer doença”. Nada como exemplos, não? O amor (seja de que tipo for) pode machucar fundo inúmeras vezes, mas lembre-se: essa maldição é inevitável. É quase como se ela fosse o antídoto para o próprio veneno, sabe? Afinal, “o amor verdadeiro é a mais poderosa das magias”.

7. Todo mundo tem o seu final feliz

O que varia de pessoa para pessoa é o conceito de felicidade. O que pode ser um final feliz para você, pode não ser para outra pessoa. E não adianta tentar entender: algumas coisas, simplesmente, fogem da nossa zona de entendimento.

8. Enfrentar o medo é a única maneira de vencê-lo

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Regina disse uma vez que, às vezes, você pensa que o mal está longe, mas ele está cara a cara com você, olhando diretamente nos seus olhos. Ei, não fuja nem saia correndo para se cobrir até a cabeça com o edredom. Para vencer o medo, é preciso encará-lo de frente. Mas dispense a maçã de qualquer forma, ok? Só por precaução. 😉

9. Não importanto o quão difícil seja a guerra, o bem sempre vence no final

Nem que ele perca algumas batalhas no meio do caminho. Let it go!

10. A vida real não é, mas pode ser um conto de fadas

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Sem fazer a estraga prazeres dessa vez, a vida pode, sim, ser um lugar mágico (de Oz). Às vezes, você acorda pela manhã com um beijo do amor verdadeiro, vive feliz para sempre ao lado do seu príncipe encantado e consegue resolver os problemas mais difíceis em um passe de mágica. Também é importante ter consciência disso, para que os sonhos nunca morram.

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