Nick Jonas fala de Jumanji: Bem-Vindo à Selva e amor pela música

Nova versão de clássico de 1995 estreia nesta quinta-feira (4/1) nos cinemas brasileiros

 (Sony Pictures Brasil/Divulgação)

A paixão de Nick Jonas sempre será a música, mas cada vez mais ele tem se dedicado a carreira de ator. Nesta quinta-feira (4/1), Nick estará nos cinemas brasileiros na pele de Alex, em Jumanji: Bem-Vindo à Selva, nova versão do clássico de 1995 estrelado por Robin Williams e Kirsten Dunst.

Em entrevista à CAPRICHO, durante uma agenda de divulgação do filme em Barcelona, Nick Jonas contou como foi atuar ao lado de Dwayne Johnson, sobre a amizade que fez com Jack Black e das trolladas que sofreu de Kevin Hart, seus companheiros de elenco em Jumanji: Bem-Vindo à Selva.

Além disso, deixou suas fãs (e as do Jonas Brothers) tranquilas, pois ele nunca irá abandonar a música para se dedicar apenas ao cinema: “Minha vida sem música seria incompleta”.

CAPRICHO: Suas fãs estão mais tranquilas agora?
Nick Jonas: Sim. Talvez estejam um pouquinho mais velhas! Menos gritaria e loucura! Mas sempre foi ótimo e continua sendo.

Pretende continuar atuando e cantando?
Minha vida sem música seria incompleta. Na atuação, o que me empolga é poder crescer com cada projeto. Mas sinto que ainda estou começando a explorar. A música é minha velha paixão, que sempre vai me completar. Atuar é algo novo e excitante. Se possível, gostaria de continuar fazendo ambos. Se tivesse de escolher, talvez escolheria a música.

Você e Jack Black, seu companheiro de elenco em Jumanji: Bem-Vindo à Selva, têm gostos musicais parecidos?
Sim! Ficamos muito próximos. Tivemos muitas cenas juntos quando estávamos rodando. Passamos bastante tempo juntos também quando estávamos de folga. Nós nos aventuramos pela ilha no Havaí. Ele é uma pessoa rara. Eu fiz com que ele começasse a usar o Instagram, foi minha culpa. Agora ele faz esses vídeos bem próximos do rosto em que comenta suas músicas favoritas (risos). Não tenho orgulho de ser culpado disso! (risos)

O que costuma ouvir?
De tudo. Dos Doobie Brothers a Michael Jackson, passando por Stevie Wonder e Drake. Foo Fighters. Tenho uma lista de corrida no Spotify que eu atualizo com minhas músicas favoritas daquela semana. Então está bem grande agora! O streaming é uma plataforma empolgante, tanto como criador de música quanto como fã. Adotar essa tecnologia é incrível. Uns anos atrás as pessoas estavam nervosas com isso na indústria musical. Mas agora a gente vê que é importante.

O filme mostra o Dwayne Johnson interpretando um personagem que brinca com seu físico. O seu parece mais tradicional. Qual é a jornada dele?
É interessante porque não posso dizer muito (risos). O tema do filme em geral é espere o inesperado. Verdade que muitos atores estão interpretando o contrário do que se espera deles. A comédia vem justamente daí. Meu personagem é mais tradicional, mas ele tem muito medo por várias razões. O filme original era muito assustador, me lembro de ficar apavorado quando vi, aos 5 anos de idade. Os perigos têm de ser reais. Não funcionaria se não fosse.

Seu gosto também é eclético no cinema?
Sim, similar ao meu gosto de música. Há tanto acesso a tanta coisa… E os papéis que tenho feito também são muito diferentes. Amei fazer coisas maiores como Jumanji e Scream Queens, mas também o filme independente Goat. Seria legal fazer um pouco de tudo.

 (Sony Pictures Brasil/Divulgação)

Teve de fazer curso de sobrevivência na selva, uma coisa meio Bear Grylls?
Na verdade, eu fiz o programa do Bear Grylls. Mas não foi na selva, fomos às Montanhas Sierra Nevada num dia de nevasca. Foi uma das melhores experiências que tive, comemos um pássaro que encontramos, tive de colocar o bicho morto na calça para aquecer – acho que ele estava me zoando, mas eu fiz! Foi muito antes de saber que ia fazer Jumanji. Mas eu adoro aprender técnicas de sobrevivência. A melhor parte foi que eu topei tudo. Cresci com vários irmãos, então tenho essa natureza competitiva, a gente sempre estava desafiando uns aos outros. Bear me levou a um lago semicongelado. Tiramos a roupa, ficamos só de cueca, atravessamos o lago gelado. Pensei: “Não quero fazer isso, que péssimo”. Mas fiz. Meus pés quase congelaram, tive de aquecê-los nas axilas dele. Houve muitas partes do corpo envolvidas! (risos)

Mas isso ajudou a lidar com a selva?
Não tive treinamento na selva, é diferente. Jack vinha sempre me dizer para caprichar no repelente. Eu não dei ouvidos e fui comido vivo. Tenho diabetes tipo 2, então meu sangue é doce, eles são extra vorazes comigo. Essa parte não foi nada divertida.

Alguém fez pegadinhas no set?
Comigo foi o Kevin Hart. Ele vinha cantando uma das minhas músicas e chegava perto demais, perguntando: “Tudo bem aí?”. Meu irmão mais novo, Frankie, veio me visitar no set e, ao ser apresentado a ele, disse: “Bom te conhecer”. E o Kevin responde: “É bom? Verdade?”. Meu irmão ficou achando que ele não era muito legal, tive de contar que era zoeira dele.

Como a dinâmica entre os irmãos mudou desde o fim da banda?
Mudou dramaticamente. Costumávamos ficar o dia inteiro juntos e trabalhar juntos e agora não mais. Família e negócios eram misturados. Tivemos de reaprender como ser uma família em primeiro lugar.

A relação é mais saudável agora?
Muito mais. Meu irmão Joe e eu moramos juntos em Los Angeles, a banda dele está indo super bem. Kevin agora é pai, tem filhos lindos. Todo o mundo está feliz. E podemos ser apenas uma família. A hora tinha chegado para finalizar aquele capítulo, foi uma boa decisão acabar com a banda.

No final o relacionamento estava um pouco turbulento, não?
Sim. Para a gente não soava mais autêntico trabalhar juntos. Eu queria fazer minha própria música e tinha projetos que queria fazer sozinho, atuar, por exemplo. Mas a principal vitória é que, enquanto família, ficamos muito mais próximos.

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 (Divulgação/CAPRICHO)

 

 

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