Kelly Clarkson: novo CD e turnê pelo Brasil

Kelly Clarkson conversou com a CAPRICHO sobre o novo CD, "My December", sobre problemas com a balança e vontade de vir ao Brasil.

“E aí cara! Tudo em cima?” Foi assim, com esse jeito desencanado, que Kelly Clarkson atendeu o telefone em Nova York para falar com a CAPRICHO. Rindo (às vezes gargalhando) a cada 2 ou 3 frases, a vencedora do primeiro American Idol conversou na boa sobre assuntos bem difíceis: seu peso, ex-namorados e problemas com a gravadora.

Você tem planos de vir tocar no Brasil?

Sim! O disco My December acabou de ser lançado e estamos planejando a turnê.

O que você tem ouvido?

Eu amo The Killers! Também gosto de Brandi Carlile (cantora e compositora americana de pop rock) e Patty Griffin (compositora americana de Up to the Mountain, que Kelly cantou recentemente num especial do American Idol). E U2. Ah, eu gosto de muitas coisas diferentes!

Você escreveu quase todas as músicas de My December e disse que esse é seu álbum mais pessoal até hoje. Como foi o processo de criação? Foi tipo uma terapia?

Com certeza, foi! Eu sempre compunha as músicas que acabavam se tornando singles, mas nunca havia planejado um álbum inteiro. E isso simplesmente aconteceu dessa vez. Defi nitivamente, foi como uma terapia, mas de graça. (risos)

E qual é a música mais pessoal do disco?

Hummm… Vou soar deprê agora (risos), mas eu gosto muito de Irvine, a canção que fecha o álbum (fala de uma garota carente que implora pela presença do namorado). É uma música triste, mas doce. É sobre um momento que eu já superei.

Você acha que mudou muito desde o seu primeiro disco? My December parece mais raivoso do que os anteriores.

Eu não sei. Tem 2 músicas no disco novo, Hole e Judas, que são bem sombrias mesmo, mas além disso há músicas mais “fofi nhas”, tipo Be Still e Maybe. Acho que o disco funciona mesmo como uma coleção de vários sentimentos meus.

O que inspira mais: um namoro feliz ou um complicado?

Ah, obviamente um problemático! (risos) Se bem que eu tenho tido sorte com os meus relacionamentos ultimamente, mas sabe quando seu pai e sua mãe te falam: “Cuidado, todo mundo passa por um relacionamento bem desgastante um dia”? É claro que eu também já vivi isso. (risos)

Você está namorando alguém hoje?

Não, não estou namorando ninguém.

O que aconteceu exatamente entre você e a gravadora BMG a respeito de My December?

O que aconteceu não é muito diferente do que qualquer artista passa quando vai lançar um álbum. É meio clichê, na verdade: todo mundo quer ganhar dinheiro, quer fazer sucesso. Por exemplo: quando eu terminei de gravar Breakaway, eles (a gravadora) achavam que só havia um hit no disco, Since U Been Gone. Eles simplesmente não enxergavam as outras músicas. Mas, tudo bem, eles não são artistas, são executivos de gravadora. E isso aconteceu emThankful e My December também.

Desde o American Idol , você vendeu 6 milhões de cópias de Breakaway e ganhou 2 Grammy. Por que nenhum outro vencedor do programa fez tanto sucesso assim?

Hummm… Trabalho pesado? (risos) Não sei mesmo. Eu sempre tive uma equipe que trabalhou muito. E eu adoro shows ao vivo. Então as pessoas podem ver que eu gosto de fazer isso. Acho que elas não me enxergam como uma superstar, mas como uma amiga que fizeram. Isso é legal.

A gente nunca viu você num escândalo tipo a Paris Hilton ou a Lindsay Lohan. Você é sempre a garota boazinha?

Não, eu apenas sou esperta! (gargalhadas) No sentido de não me meter em problemas. E não moro em Los Angeles, mas no Texas. Então, não vou a esses lugares superbadalados e visados.

Muitas matérias escritas sobre você recentemente falam algo sobre seu peso. Isso te incomoda?

Ah, eu já leio isso há 5 anos, cara! (risos) Já estou acostumada. Mas, enquanto estiver feliz comigo mesma, vivendo a vida do jeito que quero, tudo bem. Não tenho que agradar a todo mundo.

Você ouviu a música Just a Little Girl, do seu ex-namorado David Hodges? Alguns jornalistas dizem que é uma resposta à sua Never Again, sobre ele.

Não sei do que você está falando. O mais engraçado é que essa música não é sobre ele! Não sei mesmo… Mas é engraçado de qualquer maneira. (risos)

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