Garoto de 15 anos pode ter descoberto uma nova cidade maia

Apaixonado pela civilização maia, William Gadoury estuda a cultura desde os seus 12 anos.

Por Malu Pinheiro | Fotos: Reprodução Atualizado em 24 ago 2016, 13h58 - Publicado em 11 Maio 2016, 13h10
William Gadoury é do Canadá e tem apenas 15 anos. O que um menino desse idade possivelmente estaria fazendo em casa? Jogando videogame? Futebol? Ouvindo música? Não, não William. Ele encontrou uma antiga cidade escondida em uma mata no México e fez uma relação importantíssima entre esta civilização e as estrelas. 
 
William era apaixonado pela cultura maia desde os 12 anos e, então, começou a estudar tudo sobre ela. Ele era intrigado quanto a localização desta civilização: ao contrário dos outros povos, os maias constumavam construir cidades longes dos rios.

 
O garoto, então, comparou o mapa celeste dos maias – formado por 23 constelações – com o das 117 cidades já conhecidas. Foi aí que ele ficou ainda mais surpreso: cada estrela dava a localização exata de uma cidade correspondente. Em décadas de estudos, essa relação nunca havia sido feita. 
 
A descoberta não parou por aí! Ele percebeu que uma das constelações, formada por três estrelas, só tinha duas cidades correspondentes. Ou seja, faltava uma cidade e, de acordo com os cálculos dele, ela deveria estar em algum lugar no meio da selva, na península de Yucatán, no sul do México – ele observou a área pelo Google Earth e percebeu que havia construções por ali.

 
William apresentou sua hispótese para a Agência Espacial Canadense que, com a com a ajuda da NASA e da Agência Espacial Japonesa, confirmou que as imagens encontradas por William monstram algo parecido com pirâmides.
 
Muito feliz com tudo isso, o garoto batizou sua descoberta de “K’àak’ Chi'”, ou “Boca de Fogo”. Agora, arqueólogos da Universidade de New Brunswick, no Canadá, estão planejando uma expedição para Yucatán. 

 
É claro que nem todos estão acreditando nessa história. David Stuart, por exemplo, antropólogo da Universidade do Texas, diz que a civilização maia não fazia suas contruções de acordo com as constelações. Já Thomas Garrison, especialista em sensoriamento remoto, diz que as imagens encontradas por William são campos de milho, e não pirâmides. 

Isso tudo só será esclarecido quando as expedições, de fato, partirem até o local– que ainda não possuem data para acontecer e nem patrocínio para custear os gastos. Mas uma coisa é certa: Willian vai junto!


E aí, o que você achou disso tudo? William é mesmo um gênio, né?
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