Atração fatal: você já teve uma?
Amor obsessivo? Atire a primeira pedra quem nunca achou que morreria por falta de ar se fulaninho ou sicraninha nunca mais olhasse para você ou simplesmente achasse um outro alguém para chamar de seu.
Por que gastamos tanto tempo nesses relacionamentos furados? Eu não sei, mas as(os) blogueiras(os) da
Capricho contaram várias histórias de paixões desenfreadas e quase trágicas e que, felizmente, em algum momento, ficaram para trás. Ou não.
Selecionamos alguns trechos bacanas, mas para saber tudo o que rolou,
acessem os blogs indicados!E você? Também já foi “vítima” de uma obsessão romântica? Tem cura? Como se livrar das malas-sem-alças que, volta e meia, aparecem em nossos caminhos?
Contem para a gente! Isso hoje é quase uma questão de utilidade pública! :)
P.s. Na foto, Amy e Blake (“My Blake!”), um dos casais mais trash do mundinho pop!
FixaçãoCindy Vaccari -
http://galwaygirl.zip.net“Enquanto ele não estava olhando, meu olhar estava preso nele. Quando conversávamos, meu medo era que o assunto acabasse; então inventava milhões de assuntos. Nos finais de semana, vigiava a página do Orkut e, na segunda-feira, meu assunto era só ele, o tempo todo. Via que minhas amigas não ficavam muito felizes com minha súbita falta de assunto (para não dizer personalidade). Até que, em um momento desses, descobri algo que não queria, e o encantamento acabou por conta própria. Só que até acabar, a história já tinha um ano. (...)”.
O amor é cegoGabriela Barros -
http://barradecereais.blogspot.com“Se você quer saber o que é amor obsessivo, eu fui a definição perfeita. Com ele, perdi mais de dois anos da minha vida. Por ele, perdi dezenas de viagens e centenas de lágrimas (fora os alguns tantos de amigos). Sem ele? Não fazia, nem era nada. Nosso amor durou dois anos e alguma coisa. Em leves prestações de seis meses, período em que ele acabava comigo, para diversificar o paladar, e depois voltava, sofredor e arrependido. Agora você me pergunta: ao menos ele lembrava o Reinaldo Gianecchini? Bom... Só se Reinaldo for um gigante 2x2 (2m de altura por 2m de pança), grosso e pilantra. Pois é, o amor às vezes te deixa cega, surda e burra. Mas não se preocupe, pela minha experiência, a cegueira passa. Demora. Mas passa.”
No amor e na dorRoberta Calabre -
http://betajackson.blogspot.com“Paixões te viciam na pessoa e qualquer coisa que ela faça te afeta profundamente. Lembro bem de três delas que, mesmo com suas diferenças, foram iguais: em todas, mudei de personalidade, dei muito sem esperar nada, me joguei na vida deles e esqueci da minha e, ao final, segurei firme quando eles já queriam soltar. Quando os laços se desfaziam, meu chão sumia e minha alegria também; remoía pensamentos e biscoitos, sentindo pena de mim. Num momento, imaginava-os, eufórica, me pedindo para voltar e, logo em seguida, me deprimia, imaginando-os com outra. (...) Dizem que a gente aprende de verdade apenas em duas situações: ou em um grande amor ou em uma grande dor. Eu digo que, quando o grande amor e a grande dor se juntam, a gente só aprende uma coisa: não vale a pena.”
Algemas e facadasGabriela Oliveira -
http://dreamer-bee.blogspot.com“Minha história, alguns podem dizer, sequer chegou a começar, uma vez que nunca realmente disse o que sentia para a pessoa que amei. Mas ainda assim, sei dizer que foi uma obsessão. Por quê? Não houve revoltas, brigas ou rejeições. Mas é simples: ele eclipsou e dominou todos os outros aspectos da minha vida. Meu humor oscilava de acordo com o que ele dizia ou fazia. Se eu sorria, era pra ele. Se eu acordava e me arrastava pra fora da cama com um sorriso, era pra ele. Tudo o que eu queria, tudo que eu almejava, era estar perto dele, olhar pra ele, falar com ele. Estar perto era só o que me importava. (...) Mas antes de partir para as facadas, resolvi parar. Simplesmente decidi começar a lutar contra isso porque a verdade é uma só: você não escolhe quando, como e por quem vai se apaixonar, mas escolhe se vai deixar esse sentimento te dominar ou não.”
Eu e eleCláudia Oliveira -
http://desiluminancia.wordpress.com“Eu tenho um amor obsessivo. Não, ele não me conhece. Pra falar a verdade, talvez nem deva; e se eu não conseguisse esconder o entusiasmo ao falar com ele? E se eu engasgasse, tropeçasse, morresse bem na frente dele? Ve-xa-me! Claro que eu já estive pior. Já quis encontrá-lo em todo lugar. Forçava saídas estratégicas pra esbarrar acidentalmente nele. Óbvio-claro-evidente que nunca consegui. (...) Mas levo meu amor obsessivo na boa. Tá lá, não mata ninguém, só engorda um pouco, por causa do chocolate. Sem aquele drama todo de chorar, jogar-se nos pés do cara, implorar por amor, casa, comida e roupa lavada. Esse é o tipo de roteiro que nunca consegui ter na vida. Deve ser legal sofrer por amor. Mas não sofro. E tô legal. Nem me sinto excluída.”
Nathalia Duprat - 07/08/2008 20:53:24