Moda

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08/2008

Raphael Lacchine: de moleque bobo para modelo profissional

Por por Redação Capricho | Fotos: Divulgação às 16:35

O new face da agência carioca 40 Graus Models nasceu em Santo Antônio de Pádua (RJ), tem apenas 19 anos e nunca achou que poderia seguir a carreira de modelo até que, durante uma ida ao banco, um cara o parou na rua e pediu para tirar umas fotos. Dias seguintes, ele estava na Europa posando para o catálogo da grife internacional Diesel.

Você acaba de voltar de Milão? Estava fazendo o que lá?

Estava fazendo a campanha de cuecas para a Diesel. Lá era muito concorrido, mas eu consegui. Fiz bastante fotos, trabalhos editorias, algumas revistas importadas, catálogos. Estou começando na profissão agora e ainda preciso me acostumar com os nomes. Já esqueci o nome das revistas gringas que eu fiz (risos).

Você sempre quis ser modelo?

Nada (risos). Nunca acreditei nisso. Nunca sonhei. Sou modelo há seis meses. Trabalhava com meu pai, que é carpinteiro. Um dia eu tava na rua, indo pro banco, aqui em Santo Antonio de Páuda (RJ), e um rapaz chegou assim e pediu pra fazer umas fotos minhas. Estranhei, achei que ele tava doido, mas depois vi que ele era sério.

E aí você fez as fotos e o que aconteceu?

Fiz as fotos e ele mandou pro Serginho (Sérgio Mattos, dono da agência 40 Graus Models). Serginho falou que eu era muito bom e que era preu ir pro Rio na manhã seguinte. Fiz as malas e fui. Isso foi em fevereiro. Cheguei lá e, depois de alguns dias, fiz a campanha da marca Armadillo e já comecei a trabalhar.

Você sempre se achou bonito e sentia que podia ser modelo?

Não! Eu não me acho bonito não. Nunca me achei modelo. Me olho no espelho e vejo um moleque bobo (risos). Meu pai dizia que sim, que eu podia ser modelo, mas minha mãe dizia que eu tinha que tomar vergonha na cara e estudar (risos). Mas agora já tá legal. Já tá dando pra ganhar uma grana. 

E como foi posar de cueca para a Diesel Underwear?

Eu tava no Brasil e o Serginho tava em contato com o pessoal da Diesel. Ele me ofereceu para a grife e eu fui fazer o casting lá na Europa. Depois de alguns dias por lá, eles me escolheram e eu fiz as fotos.

E você não ficou com vergonha? Porque o ensaio era um pouco safadinho...

Fiquei nada! (risos) Tive vergonha de nada! Pus a cueca numa boa, fiquei lá com as modelos, elas do meu lado, você sabe... (risos)

Você parece estar adorando a nova profissão. Quer seguir a carreira pra sempre?

Quero meter a cabeça e me concentrar nisso. Antes eu fazia Engenharia de Petróleo. Tranquei a faculdade pra me dedicar à carreira de modelo. Vou ficar nessa.

E tá dando tempo pra namorar ou a carreira tá dificultando?

Tá nada! Só tá ajudando (risos).

Mas que tipo de namoro é esse? É namoro ou pegação?

É... É mais pegação, né? É mais rolo.

Agora ficou mais fácil ficar com as meninas?

Nossa Senhora... Vem muito mais fácil agora (risos). Elas chegam em mim, perguntam e falam: 'Então você é modelo?' Às vezes eu tenho vontade de falar que não, mas aí eu digo que sim e ela quer saber de tudo: pra onde eu fui, o que eu fiz... E aí papo vai, papo vem e rola facinho. Ficou bem mais fácil agora (risos).

E qual é a sua preferência para mulheres? Gosta das magrinhas como são as modelos ou daquelas com curvas e mais cheinhas?

Pô, prefiro as mais gostosonas, né? (gargalhadas). Tem que ter carne pra pegar! Não pode ser muito magra não.

Agora você está sempre no Rio de Janeiro. O que você faz quando não está trabalhando?

Curto os amigos, jogo futebol, vou à praia direto, dou uma volta no calçadão. Pô, tem muita mulher bonita. Essa cidade é demais.

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