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08/2009
Entre irmãos
Categorias: Tudo de Blog - Por Phelipe Cruz às 16:47 Comentários 45

Juliana Lima, blogueira do Tudo de Blog, é quem comanda a pauta de hoje. Na foto acima, a nossa blogueira, Gabriela Mafra e sua irmã, Aninha. As diferenças entre elas, provocam desentendimentos, mas a Gabi confessa que é louca para ser amiga dela.
Pois é! O relacionamento entre irmãos, nem sempre é mil e uma maravilhas. Afinal, irmãos são obrigados a dividir o mesmo teto e a conviver com N divisões e diferenças. Desta forma, qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, do sabonete ao controle remoto, se torna motivo para uma briga! Aliás, discutir e até sair no tapa, faz parte dessa relação! Mas é fato que os laços familiares superam quaisquer tapas, gritos ou beliscões. Assim, faz parte também, a cumplicidade, a confiança e principalmente, o amor!
Ter um irmão é tão bom, que quem não tem um de sangue, adota as amigas. E você? Como é a sua relação com os seus irmãos? BFF ou inimigos declarados? É sobre essa convivência, que as minhas colegas tudodebloguetes revelam para vocês…
Uma boa dupla
Vanessa Bittencourt, do blog http://www.pollyok2.zip.net
“Dois anos e meio de diferença. Quando nasceu, eu esperava uma irmã chamada Isadora, mas veio o Raphael. Durante boa parte da minha infância (sem muito contato com outras crianças), ele foi minha melhor companhia. Passávamos horas falando de desenho animado e espalhando nossos brinquedinhos pela estante da minha mãe. Nossas brigas até hoje são raras, mas quando acontecem, parecem até uma 3ª Guerra Mundial. Somos muito diferentes e admito que não conseguiríamos ser amigos se antes de tudo não fôssemos irmãos. Por sorte, o destino nos colocou na mesma família. Encho meu irmão de defeitos, mas não me imagino sem ele. Formamos uma boa dupla nas conversas mais sérias e também nas mais bobas!”
So… we’re brothers
Tayane Garvez, do blog http://tayanando.blogspot.com
“Não somos irmãos por inteiro. Somos irmãos pela metade. Irmãos por parte de pai. Ironia do destino e o mesmo sangue correndo nas veias, são as nossas únicas ligações. Ela não morre de amores por mim e ele nem sabe direito quem eu sou. Mas eu preciso deles de um jeito ou de outro. A nossa relação é complexa. Ela não existe de um modo real, mas no fundo, de um jeito meio particular, ela está ali. Não dá pra negar, por mais que a gente queira. Sabemos que não tem como lutar contra isso, mas não sabemos como agir.[...] A convivência foi mínima, mas o amor, o maior que eu podia dar. Somos diferentes, somos talvez estranhos uns aos olhos dos outros. Mas não há como negar que somos irmãos. Hoje, somos cada um por si, mas quem sabe um dia seremos três.”
Fraternidade
Gabriela Garcia, do blog http://somedifferentlife.blogspot.com
“Quando éramos pequenas, parecia que imitávamos o que víamos na TV: era uma correndo atrás da outra, sempre envolvidas em brigas e tabefes. Tom & Jerry na vida real, sabe? Coitada da nossa mãe que tinha ainda que apartar duas meninas raivosas, com unhas afiadas! Mas o tempo foi passando, fomos crescendo e nos dando cada vez melhor. Hoje ela é definitivamente uma das minhas melhores amigas – apesar dos atritos que eventualmente temos. Saímos juntas pras baladas e temos todos os amigos em comum. Quando alguém chama uma pra alguma coisa, tá sempre implícito que a outra também vai. Ela é irmã – no sentido mais profundo da palavra.”
Irmãos que a gente escolhe
Bruna Filippozzi, do blog http://bruberries.com
“[...] De todas aquelas que entraram no colégio comigo, algumas poucas também saíram. Como amigos, como irmãos. Irmãos que eu escolhi, que passaram por todos os momentos da minha vida. Com quem briguei, com quem chorei, com quem errei junto, com quem dei as maiores risadas da minha vida. Daquelas de doer a cabeça mesmo. Irmãos que conhecem meus pais, que visitam minha casa sem bater, que não esqueceram nenhum dos meus 17 aniversários que passamos juntos. Irmãos a quem eu devo os melhores anos da minha vida. E o melhor, sem nunca ter precisado dividir a mesada.”
Amor Incondicional
Daniela Andrioli, do blog http://www.daneandrioli.blogspot.com/
“Cheguei numa família já formada. Irmão de oito, irmã de dez. Quando morávamos juntos tínhamos um amor bandido, cheios de brigas e abraços de reconciliação. Já teve asa de anjo quebrada, tortada de frango nas costas, tênis voando e muuuuita cara feia mesmo! Mas, como ninguém escapa do tempo, nós crescemos e os desentendimentos começaram a dar lugar para saudade. Meus irmãos casaram, o carro ficou vazio nas viagens e o apartamento apertado, agora tem quarto de hóspedes. Porém, hoje não tenho apenas uma casa. Tenho três! Ganhei mais duas famílias que sempre estão de braços abertos, me esperando.”
Irmãs valiosas
Maria Luiza Azzoni, do blog http://pizza-e-chocolate.blogspot.com
“[...] na verdade, eu sou filha única. Mas isso não significa que eu nunca tive um ombro irmão para chorar, porque sangue não significa tudo nessa relação. Para mim, o que vale mesmo é o relacionamento em si, suas qualidades e a cumplicidade entre duas pessoas, mesmo que essas não sejam unidas por laços familiares. Sou filha única, mas tenho irmãs de consideração, que valem muito mais do que umas irmãs de sangue que existem por aí! Minhas irmãs postiças podem contar comigo, assim como eu sei que elas sempre estarão por perto quando eu precisar.”
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