Tudo de Blog



23
11/2009

Já assistiu Lua Nova?

Categorias: Tudo de Blog - Por Andressa Fernandes às 20:23 Comentários 209

luanova

Se não, é hora de correr! Afinal a saga dos vampiros mais charmosos do mundo está movimentando os cinemas do Brasil inteirinho! A blogueira da Capricho, Julianna Alves, conferiu de perto a estreia do filme e mostra como foi participar da histeria coletiva das fãs de Edward, Bella e cia.

“Histeria. A única palavra que me vem a cabeça quando penso no que aconteceu enquanto esperei na fila de quilômetros para a estréia de Lua Nova. Afinal, ver Edward atuando já é bom; com Jacob fica melhor; e ter cenas com os dois sem blusa… Bem, sem comentários. Trinta minutos antes de pegar a primeira sessão depois da pré-estreia, a sala foi liberada e pode-se ver o quanto de amor tinha ali. Meninas correndo, quase caindo e se acotovelando por um lugar legal. A espera, bem, vou te contar, foi horrível. Depois de meses fazendo contagem regressiva, aqueles 30 minutos pareciam eternos. Então eis que a luz apaga e o show começa.

Não vou estragar o filme pra quem ainda vai assistir – o que acredito que sejam muitos de vocês – mas só vou avisando: vá com o coração preparado. Além das cenas sem camisa, que ficaram totalmente superficiais comparadas ao enredo, Lua Nova arrasou nos efeitos especiais, teve uma trama muito coesa com o livro, figurino perfeito e diálogos de tirar o fôlego de qualquer um. Inclusive o meu.

E na saída da sessão, a histeria só estava começando!”

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09
09/2009

Cadê a autoestima que estava aqui?

Categorias: Tudo de Blog - Por Andressa Fernandes às 23:05 Comentários 41

Gostar de si próprio nem sempre é uma tarefa fácil. Aliás, posso até mesmo dizer que a relação mais complicada é aquela que vivemos com nós mesmos. Do amor próprio a um desconforto total, às vezes mudamos de sentimento em segundos!

Por que será que é tão complexo aceitar quem somos de verdade? Como lidar com essa estranha sensação de baixa autoestima? As blogueiras da Capricho contam como é essa relação de amor e ódio com nosso próprio espelho.

Autoestima? Estou procurando
Natalia Moreno, do blog astrolouk.zip.net

Nunca fui daquelas que olha no espelho e se acha a mais linda do mundo: sempre vi um defeitinho aqui e outro acolá. Teve um dia, lá pelos meus 14 anos, que não sai de casa porque achava meu nariz muito grande, chorei rios e fui consolada pela mamãe que dizia ser invenção da minha cabecinha. Até já pulei de um carro em movimento, só para ver se essa dorzinha aqui dentro passava, mas não passou e eu cheguei a conclusão de que sou a responsável pelo o que sou e que preciso que mudar o que não gosto. Hoje me valorizo mais, mas ainda não me sinto totalmente confortável; vou seguindo em frente, procurando lembrar que tenho uma família louca que me ama e um namorado que esteve comigo nas horas mais difíceis.

Quanta angústia!
Gabriela Pagliuca, do blog dancandosozinha.blogspot.com

Realmente estou tentando não deixar que a tristeza e a baixa autoestima tomem conta de mim. Não tenho certeza se isso é algo conquistável, talvez seja coisa de momento. Mas pra mim, sempre parece uma bola de neve: eu não me amo, logo os outros não me amam, eu me amo menos e as pessoas me amam menos também. Acho que minha angustia toda se resume a não me valorizar o suficiente pra viver feliz só comigo. Queria ser autossuficiente e que os outros fossem só um detalhe (sem desfazer de ninguém, pelo amor…). Mas sei que quando conseguir isso, vou encontrar outra coisa que me angustie, porque nunca paramos de reclamar…

Thaís, a feia
Thaís Carvalhaes, do blog Colunadathais.blogspot.com

É sexta-feira e eu estou indo para uma festa. Me arrumo, passo maquiagem, penteio o cabelo. Quando olho no espelho: um desastre. É sempre assim: minha autoestima lá embaixo. Raramente me sinto bonita ou atraente. Não sei se sou feia de verdade ou se é tudo coisa da minha cabeça, mas já cheguei a chorar por me achar horrível, e não foram poucas as vezes. Não consigo lidar com isso, mas tento levar um dia atrás do outro e pensar que melhoro aos pouquinhos.

Instabilidade
Aline Marasca, do blog pinklipstick.blogger.com.br

O que me deixa confortável comigo mesma são as companhias. E não, não é só a da mãe, que diz que sou linda. São as pessoas que não se importam se eu não vista tamanho 36 ou que não tenha feito as cutículas. Aquelas que vão rir do meu pé meio torto, mas vão mostrar que o delas é mais ainda. É com elas que não preciso ficar puxando a blusa pra baixo pra esconder a gordurinha e ficar pensando na relação tensa que tenho com o meu nariz. Junto delas eu sei que, mesmo em dia de chuva, quando sair na rua, não vale a pena sofrer pelo cabelo armado – em menos de dois dias o sol vai voltar a nascer.

Complexo de Dorian Gray
Renata Keyko, do blog mulhervitrola.blogspot.com

A hoje menina-quase-bem-resolvida-cheia-de-opiniões quase já fez xixi nas calças de tanta insegurança. Já chorou e já bateu no espelho por se achar a última das criaturas, bebeu e ficou de porre quando descobriu que as coisas podem não sair sempre perfeitas. Um dia, a ficha caiu. Cansei da guerra. Resolvi buscar a mãozinha lá de dentro pra me erguer. Olhei pro espelho e quis aprender a aceitar que aquela imagem ali, que demorou tanto e tanto para formar-se, me pertencia. Vez ou outra, ainda bate aquela insegurança, claro; eu me permito… mas xixi, eu não faço mais!

Amo cada pedacinho meu
Bruna Brasil, do blog enasceuoeraumavez.blogspot.com

Quem disse que meninas gordas não têm boa autoestima! Sou acima do peso e nunca tive problema em me olhar no espelho e admirar minha beleza. Me acho bonita, sim, e ninguém nunca vai mudar isso. Porque o fato de eu ser gordinha, fofuxa, ou qualquer que seja o apelido, não muda a minha beleza – tanto a interior, como a exterior. Sempre fui a mais extrovertida, a mais simpática e a mais brincalhona; e não porque eu tinha que chamar atenção de algum jeito. Apenas sou tão de bem com o meu corpo, com a minha beleza, comigo mesma, que é impossível não deixar transparecer a minha segurança e auto-estima para o mundo.

Patinha feia
Milena Araújo, do blog illusorium.com/x/

Lembram do patinho feio? Bem, é mais ou menos como foi minha vida. Claro, não vou dizer que virei uma cisne. Longe disso. Mas, deixei de ser a patinha feia e desengonçada que passei minha infância e adolescência inteira sendo. Não gostava de mim do jeito que eu era, então, resolvi mudar. Comecei a me vestir do jeito que eu gostava, a colocar as cores que eu tinha vontade no cabelo, a não reprimir meu riso, a ser simpática com as pessoas do jeito que eu queria que elas fossem simpáticas comigo, mesmo nem sempre sendo retribuída. Comecei a ver a vida do jeito que eu gostaria que a vida fosse: feliz.

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11
08/2009

Eu sofro por antecipação…

Categorias: Tudo de Blog - Por Phelipe Cruz às 17:48 Comentários 79

roendounhas

Ansiedade é um mal que afeta a grande maioria das gurias. Os motivos, muitas vezes, parecem bobos, mas, às vezes, pequenas coisas podem parecer gigantescas.

Podem falar mal da gente, meninos, dizerem que fazemos tempestade em copo d’água, drama ou o que tudo não passa de mania de mulherzinha. Não nos importamos. Somos sensíveis e ponto.

E pelos textos que vocês lerão abaixo, perceberão que por mais diferenças que as meninas possam ter uma das outras, nesse ponto, elas são iguaizinhas!

Qual a cura para o sofrimento antecipado?
Marina Guido (http://www.palavrasmomentos2.blogspot.com/)

A ansiedade me corrói cada vez que encontro uma situação nova em minha vida. É automático. Se estou à beira de algo inédito já me vejo sofrendo. Sofrendo com as inúmeras análises do que está por vir, sem ao menos conhecer ao certo o que está acontecendo. Não sei se é pessimismo, só sei que o sofrimento antecipado às vezes vem acompanhado de pensamentos negativos. Preciso curar isso em mim. Aprender a acreditar naquilo que sou capaz. Acabar com essa ansiedade que não me favorece. Preciso viver a vida de uma forma mais tranquila. Já sofri muito e continuo sofrendo por antecipação, mas quero mudar. Se alguém souber a fórmula, favor me passar.

Sim, eu sofro por antecipação.
Camilla Chevitarese – (http://borboletaemmetamorfose.blogspot.com)

Três meses antes de comemorar meu aniversário, entro em pânico pensando no que vou fazer para festejar. Depois de conhecer um carinha, ando pra cima e pra baixo com o celular na mão – ele TEM que me ligar até a noite do dia seguinte ou eu faço isso – e atualizo meu orkut a cada segundo pra ver se ele se manifesta. Passo noites em claro preparando o discurso pra minha mãe de que não fui bem no semestre e que vou ter de fazer os exames finais. No fim, fui super bem. Ansiedade é o meu pior defeito. É tão gritante que só de pensar em viver longe dela, já fico aflita, com dores no estômago, unhas roídas e a garganta seca.

Tic-tac, Tic-tac.
Beatriz Oliveira – (http://stinginess.blogspot.com)

De acordo comigo e com as pessoas à minha volta, a minha ansiedade desencadeia pseudo-depressões-sem-motivo, doenças psicosomáticas, e talvez essa irritação absurda que eu não consigo controlar. Ela pode ter a ver também com a minha autoconfiança e auto-estima sempre abaixo de zero, e o fato de eu sempre achar que não tenho controle sobre a minha vida, Agora, eu tô ansiosa pra terminar de escrever, tô ansiosa pra chegar semana que vem, tô ansiosa pro fim do ano. Nesse exato momento, eu tô ansiosa pra terminar de viver. E se me disserem que eu vou ter outra vida depois dessa. Meu Deus, aí eu vou morrer antes mesmo de começar.

Pré Fossa
Caroline Awe – (http://semaforofechado.blogspot.com)

Se eu sei se algo que não vai me agradar está por acontecer, eu já começo a ficar mal. Choro, fico triste, penso demais naquilo, desregulo todo meu sono. Semanas antes do meu amigo ir embora, eu já chorava; dias antes de mudar de cidade, eu já tinha reviravoltas no estômago e lágrimas nos olhos; quando soube que meu pai mudaria de cidade, eu caí no choro, mesmo que faltasse ainda uma semana para ele se ir; e por aí vai. Sempre foi assim: vou sofrendo antes, e quando chega a hora… eu sofro mais ainda. Enquanto eu sofro por antecipação, eu já vou me acostumando com o que quer que esteja me fazendo sofrer, me adaptando a nova situação ou seja lá o quê. É, eu sofro por antecipação, mas não acho que isso seja tão ruim no final das contas… hum…

Ensaio sobre a ansiedade
Aline Marasca – (http://pinklipstick.blogger.com.br/)

Eu não sofro na véspera. Eu sofro na antevéspera. Sou tão ansiosa que às vezes não percebo, mas todo o mundo nota: o professor da faculdade, o instrutor da autoescola e a atendente da padaria. Sou dramática desde sempre, busco uma vida perfeitinha e qualquer coisa que dá errado (ou o simples fato de que pode dar errado) já acho o fim do mundo. Detectada a ameaça, eu entro em alerta total até que o inimigo seja combatido. Tipo Power Rangers, sabe? O episódio só acaba depois de chamar o Mega Zord e destruir o monstro. No caso, só relaxo e volto a viver depois que o problema foi resolvido. Antes disso sobram noites mal dormidas, diálogos imaginários detalhados e pensamentos catastróficos.

Deixa a Vida me Levar
Tayane Scott – (http://tayanando.blogspot.com)

Os dias, as horas, nada passava. Eu mal dormia, mal comia e, principalmente, eu mal vivia. Ficava tão presa a um futuro que para mim já era certo e, claro, catastrófico, que esquecia de aproveitar os momentos que passavam por mim. Não existia antes e durante, só um depois desastroso. Demorou, mas eu percebi que não há sentido em se desesperar por pouco. Afinal, tudo que parece muito, nunca é nada. Para que gritar, chorar e entregar os melhores anos das nossas vidas a ansiedade? Tudo segue um curso único e se encaixa se assim tiver de ser, no momento que tiver que

Beijos!!

Tássia Jaeger
www.tataj.blogspot.com

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