Tudo de Blog



02
09/2009

E se seu melhor amigo se apaixonasse por você?

Categorias: Sem categoria - Por Andressa Fernandes às 14:20 Comentários 90

amigo_noiva

Ter um melhor amigo homem é mesmo uma diversão: além de ombro amigo e parceiro para todas as horas, a gente ainda aprende a entender o modo (às vezes confuso!) que os meninos pensam.

Mas e quando os sentimentos se confundem e aquele que você imaginava ser seu Best Friend Forever se apaixona por você? Problemas à vista ou uma chance nova de ser feliz?

As blogueiras da Capricho contam o que fizeram quando receberam uma declaração de amor de um BFF. Ah! Não esqueçam de acompanhar o twitter do TDB: www.twitter.com/tudodeblog.

O melhor amigo da Thamy
Thamires Marinho, do blog
jaquetaesaia.blogspot.com

Éramos melhores amigos há uns três anos. Ele gostava muito de mim e vivia dizendo que me amava. Eu sorria e dizia “eu te amo também” e continuava a lavar a louça ou fazer os trabalhos da escola. Até que um dia, ele falou que gostava de mim. Senti nos olhos dele que era sério, mas não estava preparada para uma declaração de amor, muito menos de um amigo. E como todas as reações que tenho quando sou surpreendida, chorei. Não porque estava feliz de encontrar alguém que me amasse de verdade, mas porque naquele momento eu perdi um amigo.

Eu arrisquei
Dianne Nogueira, do blog
manguitaz.blogspot.com

Conheço o meu atual namorado desde 2004. Já viajamos juntos algumas vezes e ele sempre soube dos meus namoros e eu sabia de quem ele gostava. Aos poucos, acabamos nos aproximando mais e, há quatro meses, ele me pediu em namoro. Levei três dias pra responder e hoje penso em como perdi tanto tempo esses anos todos! Ele é a pessoa perfeita pra mim e eu não percebia. Mas sei que nada que tenha a ver com relacionamentos possui uma receitinha ou um manual a ser seguido. Se o seu melhor amigo se apaixonar por você, somente você poderá decidir o que fazer. Eu arrisquei e tem dado super certo!

De amigo a namorado
Fernanda Paiva, do blog
nandaaa-paiva.blogspot.com

Meu melhor amigo se apaixonou por mim. Depois de meses de conversas até de madrugada e risadas incansáveis na frente do computador, ele se declarou. E foi assim que tudo começou. De amizade a namoro. De amigos a namorados. E o que penso disso tudo? Ah, sou suspeita. Mas ainda acho que foi a melhor coisa que me aconteceu. Hoje tenho um namorado dois em um: amor e melhor amigo.

Eu e os caras
Louise Mira, do blog
rosas-inglesas.blogspot.com

Dois BFFs já se apaixonaram por mim. Sofri demais por isso. Uma amizade sobreviveu – o cara entendeu numa boa que não ia rolar e continua sendo um dos meus melhores amigos. Mas a outra, infelizmente, não mais foi a mesma. Nunca havia percebido que ele gostava de mim e, quando eu soube, acabamos sofrendo juntos. Mas não deu. A gente ainda se fala hoje, mas nunca mais fomos BFF como antes. E isso me deixou meio traumatizada, pois é horrível não poder corresponder alguém que é tão especial.

Amor amigo
Aninha Spadin, do blog
justmyhellf.blogspot.com

Apaixonar-se por um amigo não é uma coisa lá muito fácil. O primeiro sentimento que surge é o medo de perder a confiança e a amizade bonita que foram construídas no dia-a-dia. Mas a vida às vezes prega peças, inclusive nos melhores amigos que se viam como irmãos, e um dia começam a se olhar de um outro modo. Para mim, já que se está correndo o risco, o bom mesmo é se jogar de cabeça na nova situação. Porque se uma amizade é forte, ela resiste mesmo se alguma coisa no relacionamento despencar. Ter um melhor amigo é uma coisa de preço altíssimo, mas ter um namorado melhor amigo é simplesmente impagável quando não se tem medo de arriscar.

Amizade colorida?
Gabriela Campopiano, do blog
eupoderiatamatando.blogspot.com

Já vi esse filme tantas vezes que até decorei o roteiro. E digo: não vale a pena arriscar uma grande amizade por causa de um ficada. Amizade colorida pode ser maravilhoso, mas é perigoso. Eu prefiro passar a madrugada conversando e falando besteira no MSN com o meu best, do que pega-lo de jeito e depois, ó, tchau, tchau. Porque, desculpem-me, eu posso viver, ainda que não sem dor, se morrerem todos os meus amores, mas não sobreviveria se perdesse todos os meus amigos.

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24
08/2009

Qual o fora mais sem-noção que você já tomou?

Categorias: Sem categoria - Por Andressa Fernandes às 21:45 Comentários 166

Levar um pé na bunda, todo mundo leva algum dia. Mas tem gente por aí que tem um talento todo especial para dar foras completamente sem-noção. Claro que, na hora, a vontade é de cortar o individuo em pedacinhos. Mas quando a raiva passa, contar a história dá até um certo alívio, pois mostra que se desligar de um babaca de carteirinha não é algo tão ruim assim.

As meninas do Tudo de Blog contam as situações mais bizarras em que se meteram por conta de garotos nem um pouco sensíveis.

Primeiro amor, primeira decepção
Mariane Sávio, do blog the-nutcracker.blogspot.com

Eu tinha cinco anos; ele, inacreditáveis sete. Aluno da primeira série, obviamente ele nunca prestaria atenção em uma simples garota do jardim II. Mas um dia, tomei uma decisão corajosa: diria a ele sobre meus sentimentos. No dia seguinte, ao chegar no colégio, chamei seu nome no corredor. Ele não me conhecia. Mesmo assim, parou de correr para me olhar. Virou-se para trás, de cara feia, e perguntou o que eu queria. Hesitei por alguns segundos e, de olhos fechados, murmurei: eu gosto de você (usando toda a sinceridade que só as crianças têm). Ele me olhou assustado, como se eu fosse uma assombração. E saiu correndo, com sua mochila dos Power Rangers nas costas. Não explicou nada. É claro que, aos cinco anos, eu nem sabia o que era amar, mas já sabia muito bem o que era dor.

O Dia em que eu Virei Avestruz
Julianna Alves, do blog julieinwonderland.blogspot.com

Quando tinha meus tenros 16 anos, resolvi que queria ficar com um menino que eu achava lindo, mas nunca tinha falado com ele (aliás, acho que ele nem sabia da minha existência, assim como 90% do colégio). Toda animada, combinei com minhas amigas o que falaria e como: no MSN. Eis que dona acho-que-sou-sexy começa então a falar com o dito cujo. A parte do “quem é você?”, “não, não sei quem é” foi extremamente vergonhosa, mas eu achava que ia conseguir desenrolar algo com o sujeito. Foi quando comecei a me irritar e mandei logo uma direta: “e aí, quer ficar comigo ou não?” Com borboletas no meu estômago e depois de séculos de espera, o cara me responde: “HAHAHAHA, claro que não. Prefiro ser gay.” Desejei que a terra se abrisse pra eu ser engolida ou sei lá, ser transformada em um avestruz pra enfiar a cara lá.

Por um tombo
Marina Mamede, do blog vendendosonhos.blogspot.com

Dois meses ficando e eu naquela paixonite aguda, sonhava com ele e achava tudo que ele fazia e falava era lindo. Ele me ligava, ia atrás de mim, me buscava na escola e era quase um romance perfeito, a não ser pelo fato de que nós não tínhamos nada sério; era só um ficante. Até que, um dia, resolvemos conversar e dar um rumo ao nosso quase romance, após a aula, na frente da bicicletaria. Conversamos, o papo engrenou e achei que o romance teria um futuro. Até que, do nada, eu caí, me esborrachei no chão e todas as bicicletas caíram por cima de mim. Ele me olhou, com uma cara de pena e disse: “Ahhhhhh, a minha bicicleeetaaa!!!”, e foi logo cuidar dela que, como eu, foi ao chão. Esse foi o fim do nosso romance; ele escolheu a bicicleta enquanto eu tive de me apoiar em um pneu para me erguer e esquecer minha quase paixão. Foi difícil, mas me levantei, com um joelho ralado, um pé torcido e um coração partido.

O pior de todos
Vanessa Braga, do blog deliriosdeumamenteinconstante.blogspot.com

“Nós precisamos conversar.” As três palavras que ninguém quer ouvir. Não no dia dos namorados (sim, levei um pé na bunda justo nesse dia). Nós já namorávamos há seis exatos meses e as coisas não estavam mesmo lá muito bem entre nós. Ele bem que podia ter esperado mais uma ou duas semanas. Mas, não, tinha que partir meu coração no dia mais romântico do ano! O pior é que eu gostava mesmo dele e a marca do chute ficou marcado não só no meu traseiro como na minha memória. Chorei tanto que já não havia mais lágrimas para tanta mágoa. Depois nós ainda voltamos. Só para descobrir que ele podia, sim, me magoar ainda mais: não só fui traída depois disso, como fui também a traidora, pois descobri que virei a outra do novo relacionamento do meu ex! Esse com certeza foi o pior namoro da minha vida. Mas pior do que o fora que ele me deu, só o que eu dei nele depois.

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11
08/2009

Eu sofro por antecipação…

Categorias: Tudo de Blog - Por Phelipe Cruz às 17:48 Comentários 79

roendounhas

Ansiedade é um mal que afeta a grande maioria das gurias. Os motivos, muitas vezes, parecem bobos, mas, às vezes, pequenas coisas podem parecer gigantescas.

Podem falar mal da gente, meninos, dizerem que fazemos tempestade em copo d’água, drama ou o que tudo não passa de mania de mulherzinha. Não nos importamos. Somos sensíveis e ponto.

E pelos textos que vocês lerão abaixo, perceberão que por mais diferenças que as meninas possam ter uma das outras, nesse ponto, elas são iguaizinhas!

Qual a cura para o sofrimento antecipado?
Marina Guido (http://www.palavrasmomentos2.blogspot.com/)

A ansiedade me corrói cada vez que encontro uma situação nova em minha vida. É automático. Se estou à beira de algo inédito já me vejo sofrendo. Sofrendo com as inúmeras análises do que está por vir, sem ao menos conhecer ao certo o que está acontecendo. Não sei se é pessimismo, só sei que o sofrimento antecipado às vezes vem acompanhado de pensamentos negativos. Preciso curar isso em mim. Aprender a acreditar naquilo que sou capaz. Acabar com essa ansiedade que não me favorece. Preciso viver a vida de uma forma mais tranquila. Já sofri muito e continuo sofrendo por antecipação, mas quero mudar. Se alguém souber a fórmula, favor me passar.

Sim, eu sofro por antecipação.
Camilla Chevitarese – (http://borboletaemmetamorfose.blogspot.com)

Três meses antes de comemorar meu aniversário, entro em pânico pensando no que vou fazer para festejar. Depois de conhecer um carinha, ando pra cima e pra baixo com o celular na mão – ele TEM que me ligar até a noite do dia seguinte ou eu faço isso – e atualizo meu orkut a cada segundo pra ver se ele se manifesta. Passo noites em claro preparando o discurso pra minha mãe de que não fui bem no semestre e que vou ter de fazer os exames finais. No fim, fui super bem. Ansiedade é o meu pior defeito. É tão gritante que só de pensar em viver longe dela, já fico aflita, com dores no estômago, unhas roídas e a garganta seca.

Tic-tac, Tic-tac.
Beatriz Oliveira – (http://stinginess.blogspot.com)

De acordo comigo e com as pessoas à minha volta, a minha ansiedade desencadeia pseudo-depressões-sem-motivo, doenças psicosomáticas, e talvez essa irritação absurda que eu não consigo controlar. Ela pode ter a ver também com a minha autoconfiança e auto-estima sempre abaixo de zero, e o fato de eu sempre achar que não tenho controle sobre a minha vida, Agora, eu tô ansiosa pra terminar de escrever, tô ansiosa pra chegar semana que vem, tô ansiosa pro fim do ano. Nesse exato momento, eu tô ansiosa pra terminar de viver. E se me disserem que eu vou ter outra vida depois dessa. Meu Deus, aí eu vou morrer antes mesmo de começar.

Pré Fossa
Caroline Awe – (http://semaforofechado.blogspot.com)

Se eu sei se algo que não vai me agradar está por acontecer, eu já começo a ficar mal. Choro, fico triste, penso demais naquilo, desregulo todo meu sono. Semanas antes do meu amigo ir embora, eu já chorava; dias antes de mudar de cidade, eu já tinha reviravoltas no estômago e lágrimas nos olhos; quando soube que meu pai mudaria de cidade, eu caí no choro, mesmo que faltasse ainda uma semana para ele se ir; e por aí vai. Sempre foi assim: vou sofrendo antes, e quando chega a hora… eu sofro mais ainda. Enquanto eu sofro por antecipação, eu já vou me acostumando com o que quer que esteja me fazendo sofrer, me adaptando a nova situação ou seja lá o quê. É, eu sofro por antecipação, mas não acho que isso seja tão ruim no final das contas… hum…

Ensaio sobre a ansiedade
Aline Marasca – (http://pinklipstick.blogger.com.br/)

Eu não sofro na véspera. Eu sofro na antevéspera. Sou tão ansiosa que às vezes não percebo, mas todo o mundo nota: o professor da faculdade, o instrutor da autoescola e a atendente da padaria. Sou dramática desde sempre, busco uma vida perfeitinha e qualquer coisa que dá errado (ou o simples fato de que pode dar errado) já acho o fim do mundo. Detectada a ameaça, eu entro em alerta total até que o inimigo seja combatido. Tipo Power Rangers, sabe? O episódio só acaba depois de chamar o Mega Zord e destruir o monstro. No caso, só relaxo e volto a viver depois que o problema foi resolvido. Antes disso sobram noites mal dormidas, diálogos imaginários detalhados e pensamentos catastróficos.

Deixa a Vida me Levar
Tayane Scott – (http://tayanando.blogspot.com)

Os dias, as horas, nada passava. Eu mal dormia, mal comia e, principalmente, eu mal vivia. Ficava tão presa a um futuro que para mim já era certo e, claro, catastrófico, que esquecia de aproveitar os momentos que passavam por mim. Não existia antes e durante, só um depois desastroso. Demorou, mas eu percebi que não há sentido em se desesperar por pouco. Afinal, tudo que parece muito, nunca é nada. Para que gritar, chorar e entregar os melhores anos das nossas vidas a ansiedade? Tudo segue um curso único e se encaixa se assim tiver de ser, no momento que tiver que

Beijos!!

Tássia Jaeger
www.tataj.blogspot.com

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04
08/2009

Entre irmãos

Categorias: Tudo de Blog - Por Phelipe Cruz às 16:47 Comentários 45

Juliana Lima, blogueira do Tudo de Blog, é quem comanda a pauta de hoje. Na foto acima, a nossa blogueira, Gabriela Mafra e sua irmã, Aninha. As diferenças entre elas, provocam desentendimentos, mas a Gabi confessa que é louca para ser amiga dela.

Pois é! O relacionamento entre irmãos, nem sempre é mil e uma maravilhas. Afinal, irmãos são obrigados a dividir o mesmo teto e a conviver com N divisões e diferenças. Desta forma, qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, do sabonete ao controle remoto, se torna motivo para uma briga! Aliás, discutir e até sair no tapa, faz parte dessa relação! Mas é fato que os laços familiares superam quaisquer tapas, gritos ou beliscões. Assim, faz parte também, a cumplicidade, a confiança e principalmente, o amor!

Ter um irmão é tão bom, que quem não tem um de sangue, adota as amigas. E você? Como é a sua relação com os seus irmãos? BFF ou inimigos declarados? É sobre essa convivência, que as minhas colegas tudodebloguetes revelam para vocês…

Uma boa dupla
Vanessa Bittencourt, do blog http://www.pollyok2.zip.net

“Dois anos e meio de diferença. Quando nasceu, eu esperava uma irmã chamada Isadora, mas veio o Raphael. Durante boa parte da minha infância (sem muito contato com outras crianças), ele foi minha melhor companhia. Passávamos horas falando de desenho animado e espalhando nossos brinquedinhos pela estante da minha mãe. Nossas brigas até hoje são raras, mas quando acontecem, parecem até uma 3ª Guerra Mundial. Somos muito diferentes e admito que não conseguiríamos ser amigos se antes de tudo não fôssemos irmãos. Por sorte, o destino nos colocou na mesma família. Encho meu irmão de defeitos, mas não me imagino sem ele. Formamos uma boa dupla nas conversas mais sérias e também nas mais bobas!”

So… we’re brothers
Tayane Garvez, do blog http://tayanando.blogspot.com

“Não somos irmãos por inteiro. Somos irmãos pela metade. Irmãos por parte de pai. Ironia do destino e o mesmo sangue correndo nas veias, são as nossas únicas ligações. Ela não morre de amores por mim e ele nem sabe direito quem eu sou. Mas eu preciso deles de um jeito ou de outro. A nossa relação é complexa. Ela não existe de um modo real, mas no fundo, de um jeito meio particular, ela está ali. Não dá pra negar, por mais que a gente queira. Sabemos que não tem como lutar contra isso, mas não sabemos como agir.[...] A convivência foi mínima, mas o amor, o maior que eu podia dar. Somos diferentes, somos talvez estranhos uns aos olhos dos outros. Mas não há como negar que somos irmãos. Hoje, somos cada um por si, mas quem sabe um dia seremos três.”

Fraternidade
Gabriela Garcia, do blog http://somedifferentlife.blogspot.com

“Quando éramos pequenas, parecia que imitávamos o que víamos na TV: era uma correndo atrás da outra, sempre envolvidas em brigas e tabefes. Tom & Jerry na vida real, sabe? Coitada da nossa mãe que tinha ainda que apartar duas meninas raivosas, com unhas afiadas! Mas o tempo foi passando, fomos crescendo e nos dando cada vez melhor. Hoje ela é definitivamente uma das minhas melhores amigas – apesar dos atritos que eventualmente temos. Saímos juntas pras baladas e temos todos os amigos em comum. Quando alguém chama uma pra alguma coisa, tá sempre implícito que a outra também vai. Ela é irmã – no sentido mais profundo da palavra.”

Irmãos que a gente escolhe
Bruna Filippozzi, do blog http://bruberries.com

“[...] De todas aquelas que entraram no colégio comigo, algumas poucas também saíram. Como amigos, como irmãos. Irmãos que eu escolhi, que passaram por todos os momentos da minha vida. Com quem briguei, com quem chorei, com quem errei junto, com quem dei as maiores risadas da minha vida. Daquelas de doer a cabeça mesmo. Irmãos que conhecem meus pais, que visitam minha casa sem bater, que não esqueceram nenhum dos meus 17 aniversários que passamos juntos. Irmãos a quem eu devo os melhores anos da minha vida. E o melhor, sem nunca ter precisado dividir a mesada.”

Amor Incondicional
Daniela Andrioli, do blog http://www.daneandrioli.blogspot.com/

“Cheguei numa família já formada. Irmão de oito, irmã de dez. Quando morávamos juntos tínhamos um amor bandido, cheios de brigas e abraços de reconciliação. Já teve asa de anjo quebrada, tortada de frango nas costas, tênis voando e muuuuita cara feia mesmo! Mas, como ninguém escapa do tempo, nós crescemos e os desentendimentos começaram a dar lugar para saudade. Meus irmãos casaram, o carro ficou vazio nas viagens e o apartamento apertado, agora tem quarto de hóspedes. Porém, hoje não tenho apenas uma casa. Tenho três! Ganhei mais duas famílias que sempre estão de braços abertos, me esperando.”

Irmãs valiosas
Maria Luiza Azzoni, do blog http://pizza-e-chocolate.blogspot.com

“[...] na verdade, eu sou filha única. Mas isso não significa que eu nunca tive um ombro irmão para chorar, porque sangue não significa tudo nessa relação. Para mim, o que vale mesmo é o relacionamento em si, suas qualidades e a cumplicidade entre duas pessoas, mesmo que essas não sejam unidas por laços familiares. Sou filha única, mas tenho irmãs de consideração, que valem muito mais do que umas irmãs de sangue que existem por aí! Minhas irmãs postiças podem contar comigo, assim como eu sei que elas sempre estarão por perto quando eu precisar.”

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30
07/2009

Qual personagem da televisão você seria?

Categorias: Tudo de Blog - Por Phelipe Cruz às 13:03 Comentários 68

televisao

Se você fosse um personagem de TV, qual seria e por quê? Essa foi a pergunta feita para o nosso time do Tudo de Blog. Dessa vez, a blogueira escolhida para sentar na cadeira da chefona e escolher, revisar e editar os textos é Roberta Calabre. Aqui, nossas meninas tiveram a oportunidade de se colocar no lugar dos seus personagens preferidos e descobrir o que há em comum, afinal, entre a vida e a arte.

Eu sou a Peyton!
Mariany Gomes, do blog http://defreudafofoca.blogspot.com/

Se eu pudesse ser uma personagem de algum seriado, seria a Peyton Sawyer de One Tree Hill, porque ela me ensinou que todos temos problemas. Sofremos, choramos, nos desesperamos, enlouquecemos, caímos e nos levantamos. E ninguém tem o direito de nos julgar. Estamos rodeados de milhões de pessoas diferentes e, sendo assim, por que temos que seguir regras pré-fabricadas por uma meia dúzia? A Peyton é minha heroína porque, em meio a tantos sinais vermelhos, ela achou um verde e resolveu segui-lo.

Evitando a fadiga
Eutalita Bezerra, do blog http://ascendenteemescorpiao.blogspot.com

Acordo tarde, cheia de sono. Assim que levanto aparecem afazeres enfadonhos como arrumar o quarto, preparar café-da-manhã etc. As pessoas não entendem: eu preciso evitar a fadiga! Pois é, pensando em que personagem de série eu sou, não dá pra não gritar (quer dizer, falar baixinho, pra não fatigar minha garganta): eu sou o Jaiminho! O carteiro do Chaves é, assim como eu, preguiçoso que dói com as coisinhas fatigantes. Pra que acordar cedo se o dia é tão enfadonho? Melhor esticar as perninhas, me enrolar no lençol e dormir até de tarde!

Mal humorada para a vida toda
Gil Castilho, do blog http://pizzalaranja.blogspot.com/

Se eu fosse um personagem, certamente seria a Lucy, do desenho Charlie Brown. A personalidade forte, o cinismo, o mau humor, a impaciência e os argumentos ilógicos fizeram com que houvesse uma identificação logo de cara. Dizem que o jeito com que Lucy atazana a vida do Charlie Brown é um modo desajeitado demostrar o quanto ela gosta dele. Eu também tenho um jeito estranho demostrar carinho.Assim como ela, vejo graça em tirar a bola no último momento e fazer quem iria chutá-la levar um tombo feio. Ah vai, tem gente que merece levar um tombo às vezes…

Só me falta Yale
Leila Vieira, do blog http://www.finaldestination.blogger.com.br/

Enquanto todos gostariam de ser Lorelai, eu posso quase me apresentar como Rory, de Gilmore Girls. Leila é assim, uma Rory, sem estilo definido, falastrona, faz amigos por onde passa, tem uma avó excêntrica, come e não engorda e gosta de filmes. Estuda jornalismo e passa a vida tentando lidar com problemas amorosos, sem saber se encontrou realmente o amor da sua vida e deixou passar. Só me falta o vicio por café e, ah, se a minha faculdade se tornasse Yale da noite pro dia, eu nem ia reclamar!

Everybody Hates Tay
Tay Scott, do blog http://tayanando.blogspot.com

Passei a vida sendo motivo de piada no colégio. Me esforçava para ser popular, interessante, bonita, mas a falta de talento esportivo e a mania de querer ser nerd não deixavam. Sou tão azarada que, se algo pode dar errado, vai dar errado. E mais, dá errado da pior maneira, no pior momento e do modo que cause o maior dano possível. Sou assim como o Chris, da série Everbody Hates Chris. Amadurecemos cedo demais, e só descobrimos nosso valor depois de adultos. Somos excêntricos, marcantes e afiados. Nossa maior semelhança, no entanto, é rir nos momentos mais difíceis. Fazer de nós mesmos a melhor piada do mundo é um jeito incrivelmente divertido de viver.

Superpoderosa
Thais Aragão, do blog http://tlics.blogger.com.br/

Desde muito cedo, eu e Louis Lane, de Smallville, aprendemos a nos virar sozinhas e sermos independentes. Com os obstáculos, fomos nos moldando impulsivas, intensas e apaixonadas. Nossa simpatia é nosso troféu garantido. Não temos vergonha de nada. Se temos que falar, falamos. Se temos que fazer, fazemos. Sempre achamos que no fim tudo vai dar certo. Às vezes, não dá. Quando queremos, sabemos usar de todo nosso charme e lábia pra convencer pessoas. Mas, por baixo dessa capa de mulher independente e durona, somos apenas donzelas sonhadoras em busca de um grande amor, um herói que nos cuide e ame para sempre.

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