Diga não ao bullying

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06
12/2012

4 motivos para assistir ao documentário “Bully”

Categorias: bullying - Por Christiane Silva Pinto, em 06/12/2012 às 23:15

Documentário "Bully"

Foto: Divulgação

O documentário “Bully” estreou no começo do ano nos EUA, mas chegou ao Brasil apenas na última semana. Dirigido por Lee Hirsch, o filme vem causando polêmica por mostrar de forma tão dura e pesada a realidade das crianças que sofrem bullying nas escolas americanas. Além do filme ser ótimo, você precisa assistir porque:

1. Ele acompanha por um ano a vida de crianças que sofrem bullying.
Lee Hirsch acompanhou mesmo os adolescentes da cidade de Sioux City, nos EUA, durante um ano inteiro. Ele filmou todos os momentos de angústia, sofrimento, xingamentos e agressões físicas. Além da falta de apoio de alguns pais e até consequências muito graves, como o suicídio de uma delas. Hirsh conseguiu provar seu ponto de vista, que o bullying virou uma epidemia nas escolas americanas.

2. Ele mostra outros problemas além do bullying.
A adolescente Kelby, de 15 anos, é lésbica e assumiu isso para toda a população da sua pequena cidade. Desde então ela sofre não só com o bullying dos colegas na escola, mas também com o preconceito de professores, vizinhos e conhecidos. Em um dos momentos mais revoltantes do longa, Kelby relata a distinção feita em tom de brincadeira por um professor, que lista os alunos por gênero durante a chamada: “garotos antes, depois garotas, em seguida Kelby”.

3. Ele busca encontrar uma solução para o problema.
Focado no depoimento dos participantes, o documentário tenta apontar uma solução concreta para o problema durante um debate organizado pelos pais de Tyler Long (um garoto que cedeu à pressão e acabou se suicidando). Uma fiscalização mais rígida dentro do sistema educacional norte-americano por parte dos pais e professores, e estímulo a um ambiente em que os jovens se sintam à vontade para relatar o que sofrem estão entre algumas ideias.

4. Ele mostra que bullying não é frescura.
A história principal do filme é a de Alex, um estudante de 12 anos que diariamente é ignorado e xingado na escola. Mas o pior momento para ele são os empurrões e socos dentro do ônibus escolar. O mais revoltante é que os pais do menino não acreditam no que acontece e ainda ficam bravos porque ele não sabe se defender. Só depois de assistir as cenas gravadas com uma câmera escondida é que eles percebem que a vida do filho é um inferno. O documentário também mostra o quão perigosas são as agressões desse tipo, que levaram um menino ao suicídio e outra garota a apontar uma arma para os colegas. =/

Assista ao documentário e leve seus amigos junto! Para saber mais sobre o filme, acesse o site The Bully Project.

17
10/2012

#DigaNãoAoBullying: Conheça a história de Amanda Todd!

Categorias: cyberbulling - Por Christiane Silva Pinto, em 17/10/2012 às 18:18

A história de Amanda Todd poderia ter sido muito diferente se ela tivesse amigos para ajudá-la. A garota canadense de apenas 15 anos sofria cyberbullying  e isso a machucava tanto, que Amanda tentou se matar várias vezes, até conseguir de verdade na semana passada.

A notícia do suicídio de Amanda chocou o mundo inteiro e fez com que todos refletissem sobre o bullying.  Como teria sido a vida de Amanda se ela tivesse alguém que a mandasse mensagens de apoio? Pensando nisso, jovens de diferentes países começaram a postar fotos em sua homenagem. 

Conheça Amanda, veja as mensagens de apoio e inspire-se: você também pode ajudar.

Amanda Todd

Amanda Todd, de apenas 15 anos, não sabia mais o que era viver sem sofrer com o bullying. Ela chegou a mudar de escola várias vezes, mas as perseguições continuavam através do Facebook e publicações na internet. Sua tristeza era tanta, que ela tentou se matar várias vezes, chegando até mesmo a beber alvejante.

Antes de cometer suicídio, ela postou um vídeo no Youtube contando sua história, os ataques que sofria e um apelo de ajuda, dizendo que não tinha ninguém e que precisava de um amigo.

Sua morte chocou os jovens de vários países, que começaram a postar fotos segurando mensagens de apoio à Amanda, assim como ela tinha usado papéis para falar no vídeo. Várias páginas no Facebook foram criadas em homenagem à garota, sendo que a maior delas já tem quase 1 milhão de fãs!

Todos aqueles que sabem o que é sofrer com o bullying resolveram participar do movimento. "Amanda Todd, nós te amamos. Descanse em paz", foi o que essa garota escreveu.

"Descanse em paz, Amanda Todd. <3 da Turquia"

Não só a Turquia, mas jovens do mundo inteiro estão mandando suas mensagens à Amanda. Essa, por exemplo, é da Polônia!

"Descanse em paz, Amanda Todd. Vocês está num lugar muito melhor agora", disse a garota. A cartinha do menino foi ainda mais fofa: "Você não me conhece, Amanda, mas tenho sido seu amigo e não tenho deixado ninguém te magoar."

Assim como a diva Demi Lovato, Amanda também se cortava. Por isso, várias pessoas escreveram seu nome no pulso como um sinal de respeito. <3

A @@carolboyer tirou uma foto bem fofa com a Minnie mandando um recado mega importante: "Pare com o Bullying! Ninguém merece isso"!

@Nessa_demachado e @JuuhTouguinho também deixaram suas mensagens carinhosas à Amanda. <3

@jaacferreira, @gabriella_mar e @amandapresente escreveram no pulso como sinal de respeito à história de Amanda. Stay strong!

"Descanse em paz", foi o que @_aniinhaa_ e @MilenaTwet escreveram na palma da mão. Já a @moma_schwarz fez até um desenho em homenagem à Amanda!

A @marikressan também mandou sua mensagem através do Twitter usando a hashtag #DigaNãoAoBullying

O que você escreveria para Amanda se ela fosse sua amiga? Siga o exemplo da galeria acima e poste sua foto no Twitter com a hashtag #DigaNãoAoBullying!

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03/2012

Fotos e mensagens fofas para ajudar você a superar o bullying

Categorias: bullying - Por Aline Vieira, em 03/03/2012 às 8:00

Ninguém deve aceitar o bullying! É preciso falar sobre o problema e nunca  desistir de buscar ajuda. Se você está vivendo ou já viveu essa situação, sabe como é difícil superar. Pensando nisso, reunimos várias imagens fofas do Weheartit com mensagens que ajudarão você a dar a volta por cima!

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Diga não ao bullying

Quebre o silêncio: o número de meninas que sofrem bullying é maior do que você imagina! Abra o jogo sobre o que está rolando para acabar de vez com o problema. Esconder-se não é a solução!

"Quem vê o bullying rolar não pode fechar os olhos. Tem que comunicar à diretoria para fazer isso parar", DH, vocalista da Banda Cine.

"É muito importante procurar ajuda, porque é bem difícil sair dessa situação sozinho", explica o pediatra Aramis Antonio Lopes Neto, da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia).

fechar os olhos enquanto um amigo é humilhado é uma forma de colaborar com o bullying. "As condutas dos agressores acabam sendo reforçadas por muitos espectadores, que acham ‘engraçado’ o sofrimento da vítima", diz a pedagoga Cléo Fantes

"Ninguém deve se preocupar com a opinião dos outros! Minha vida melhorou muito quando entendi que somos únicos. Com defeitos e qualidades únicas. Você deve amar quem é e saber que é especial por isso!", Manu Gavassi, cantora.

Usar a Internet para atingir o outro também é crime! Diga não ao cyberbullying e proteja-se nas redes!

"Minha solução para superar o bullying foi continuar sendo eu mesma! Levantei a cabeça e encarei quem me zoava. Além disso, fiquei próxima de quem eu já sabia que gostava de mim!", R.R, 14 anos

"A gente tem que proteger as pessoas de que gostamos do bullying. Eu mesmo já defendi vários colegas!", Alex Pettyfer, ator

"Depois de muita conversa com meus pais sobre as zoações que estava sofrendo, resolvi mudar de escola. Eles me apoiaram e hoje sou outra pessoa. Há uma vida linda longe do bullying!", L.M, 15 anos

Quando tudo parecer perdido, pare e pense: há alguém que gosta de você como você é! Valorize e aproxime-se dessas pessoas!

05
08/2011

“Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam!”

Categorias: bullying, Depoimentos, Nas escolas - Por Rafaela Polo, em 05/08/2011 às 16:36

A leitora F.G., 14 anos, contou que sofreu muito quando foi vítima de bullying na escola. Ela lembra que ficou decepcionada com as pessoas que antes diziam-se suas amigas.

“Sempre tive a mesma turma na sala de aula. Mas, quando  crescemos e chegamos no colegial, as coisas começaram a mudar. As pessoas criaram apelidos ofensivos sobre mim, a respeito da minha cor, minha altura e do número que eu calço… Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam! Eu não aguentei mais sofrer aquelas humilhações e contei para a minha mãe. Fora do horário de aula, ela foi até a escola e conversou com a diretora sobre o que eu estava enfrentando. Bastou chamar os responsáveis para que, depois de muito negarem, confessasem as agressões verbais. Depois desse dia, tudo melhorou. Por isso, se você está vivendo a mesma situação, enfrente o problema e não se deixe abalar!”

Segundo a psicóloga Fernanda Santini Franco, procurar ajuda evita que o bullying cause  maiores traumas: “Se ignorado, os danos psicológicos  causados pelo bullying podem ser permanentes e capazes de interferir no desenvolvimento e na constituição de identidade”, explica. Ela aconselha que qualquer prática seja denunciada e ainda reforça a importância da família: “O adolescente que conta com o suporte familiar pode pedir ajuda para lidar com o bullying e, assim, terá mais apoio para superar este momento”.

Se você passa por um problema como este, não tenha medo de pedir ajuda. É muito importante que você não se deixe abater por esse tipo de agressão.

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07/2011

“Enfrentei o bullying e a minha vida mudou”

Categorias: bullying, Depoimentos, Nas escolas - Por Rafaela Polo, em 28/07/2011 às 17:37



A leitora T. A, 12 anos, mandou um depoimento contando da época em que sofria bullying na escola. Ela começou a se sentir muito mal  e pediu ajuda, o que foi essencial para a solução do problema.

“Sofro bullying há muito tempo por ser mais magra do que as outras pessoas da minha escola. Me chamavam de “raquítica” entre outras coias  que me magoavam. Eu sempre tentei levar para a o lado da brincadeira, para ver se as pessoas enjoavam daquele tipo de atitude, mas nada adiantava.  Este ano eu não aguentei mais. Eu chorava muito e não queria mais ficar próxima de ninguém, pois tinha medo de me ferir. Contei para a minha mãe sobre este problema, e ela me incentivou a explicar para a diretoria do colégio o que estava acontecendo. As pessoas que faziam isso comigo acabaram levando uma suspensão e, desde então, me tratam de maneira bem diferente. Por isso, por experiência própria dou a dica: se você sofre com o bullying, conte seu problema para alguém, pois a sua vida pode mudar.”

A psicóloga Cintia Vilani explicou os traumas que este tipo de agressão pode causa e quais atitudes são indicadas para esse momento, “Bullying é uma situação de violência verbal, mas é mais comum ficarem com traumas aqueles adolescentes que não tem apoio da família e dos amigos. Os sintomas de problema psicológico são a aversão social, ansiedade ou depressão e, nesses casos, é bom que ele procure um profissional para tratamento individual e com a família. “

Caso você enfrente um problema parecido com esse , avise aos seus pais e funcionários do colégio para que eles possam te apoiar no combate ao bullying.

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