Blog da Galera

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22
07/2016

Viajei sozinha para Nova York só para assistir ao show da 5 Seconds of Summer

Categorias: Blog da Galera - Por isaotto, em 22/07/2016 às 11:49

Sim, vocês não leram errado! Eu, Letícia Lucena, viajei para Nova York para ver o show da minha banda favorita: 5 Seconds of Summer. Quem me acompanha no Instagram, sabe que essa não é a primeira vez que saio do Brasil por causa desses 4 garotos – na verdade, já é a TERCEIRA! Já fui na Where We Are Tour (turnê que eles abriram para a 1D), em 2014, lá na Espanha; na Rock Out With Your Socks Out Tour, no ano passado; e agora em Nova York. E até já conheci todos eles… Mas isso não fez com que dessa vez fosse menos emocionante, já que fui assistir ao show mais importante da carreira deles, no lendário Madison Square Garden!

Bom, como estou aqui para contar a minha experiência, vamos começar pelo pavor que eu senti ainda aqui em São Paulo, pois era a primeira vez que eu viajava sem a minha mãe, totalmente sozinha. Mas não se preocupem, porque o medo foi logo substituído por desejo de aventura assim que coloquei os pés na Big Apple. Estar sozinha em meio à tantas pessoas desconhecidas era, ao mesmo tempo, libertador e estranho – mas é uma sensação que recomendo a todos!

Mas falando do assunto principal, vamos ao show. Adivinhem quem foi a primeira pessoa a chegar na fila?! EUZINHA! Sim, eu fui louca o bastante para acampar em frente ao MSG, mas com amigas, é claro! Digamos que o Brasil já começou representando demais. Hehehe

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Essa foi a primeira vez que eu tive um pacote VIP, com direito a soundcheck antes do show e, digo com todas as letras, VALE A PENA! Além de os meninos terem tocado minha música favorita durante a passagem de som (sim, chorei horrores), eles responderam a várias perguntas e ainda bateram um papo super divertido conosco! E eu ainda pude conferir tudinho da primeira fileira! Morri de verdade.

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Além de estar vendo a 5SOS novamente, pude reencontrar várias amigas americanas, o que garantiu a minha felicidade em dobro. Deus sabe o quanto eu sentia falta dessas garotas… <3

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Garanto a vocês: ter amigas internacionais que te acompanham nas loucuras não tem preço! Também vamos falar sobre algo que todo fã gosta, né? MERCH! Se você é fã de qualquer artista, vai entender porque eu enlouqueci no stand e acabei comprando, “errrr”, digamos, bem mais do que deveria! Hehe

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Mas a melhor parte, sem dúvidas, foi o show em si. A emoção era visível nos olhos dos integrantes e também dos fãs. Ver o Madison Square Garden lotado, gritando, cantando e pulando ao som da 5SOS, é uma memória que guardarei no coração para sempre.

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Se quiserem saber qual foi meu momento favorito, já digo: solo de Michael Clifford em Jet Black Heart. Não preciso falar mais nada, né? Minhas lágrimas já disseram tudo!

E engana-se quem pensa que acabou por aí! Logo após o show, uma amiga me convidou para ir ao show do dia seguinte, em Nova Jersey, e eu aceitei, obviamente! Sim, eu não tinha ingresso. Sim, era em outra cidade. Mas eu disse que iria e… FUI! Ok, a história a seguir está no meu TOP 10 de maiores loucuras que já fiz na vida (incrivelmente, uns 7 itens dessa lista envolvem 5SOS. Oops!). Não digam que eu não avisei!

No dia seguinte, eu não havia conseguido comprar o ingresso online, então resolvi tentar a fé na bilheteria. Mas, pera, minha amiga já estava lá e eu só voltaria com ela, COMO EU IA CHEGAR LÁ?! Resolvi pegar um ônibus para Camden (a cidade do show), mas não tive sorte. Foi aí que o vendedor de passagens me deu a ideia de ir para a Filadélfia, já que a cidade era do lado de Camden. Eu tinha certeza de que era perto do local do show? Não, mas fui mesmo assim. Depois de duas longas horas, consegui chegar à Filadélfia e pegar um táxi até a arena, que, graças a Deus, ficava apenas a dez minutos dali! Comprei meu ingresso na bilheteria, que, por um milagre, ainda estava aberta e, naquele momento, me senti o próprio Rocky Balboa no final de uma luta vitoriosa! HAHAHA

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Mas, Letícia, esse show era tão importante assim?! Sim, meu caro, porque era o aniversário do vocalista, Luke Hemmings, mais conhecido como o meu favorito! ~cof, cof~

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O show acabou sendo ainda melhor do que o da noite anterior, pois todos estavam bem relaxados e menos aflitos, brincando e interagindo muito mais! Rolou até bolo no palco e um coro de “Parabéns pra você”! <3

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Com certeza nunca esquecerei essa noite! :’)

Depois de tanta aventura, voltei para casa com saudade dos meus garotos, das minhas amigas e da sensação indescritível de estar vendo sua banda favorita ao vivo. Mas também voltei com memórias eternas, de uma viagem que marcou a minha vida. A todos vocês que estão lendo, espero que nunca desistam dos seus sonhos, corram atrás do que desejam. Todos merecem ter experiências assim, pelo menos uma vez na vida!

Se quiserem estar sempre me acompanhando, sigam meu Instagram: @itsjustleticia!

Beijos no core,
Letícia Lucena

 

18
07/2016

O que realmente muda depois que se faz 15 anos?

Categorias: Blog da Galera - Por isaotto, em 18/07/2016 às 17:02

Oi, galera! Olha eu de novo, Isis Cedraz, do blog Basicamente Vaidosa. Hoje o post vai direto ao ponto! O que muda quando se faz 15 anos? Você também já deve ter se perguntado isso.

Bom, se você já completou 15 anos, tenho certeza que a primeira resposta que vem a sua mente é “não muda absolutamente nada”. Essa idade é extremamente simbólica. É por isso que acontecem as festas de 15 anos, que, anteriormente, eram rituais de passagem da infância para a vida adulta em que os pais faziam para apresentar suas filhas à sociedade. Você continua sendo uma adolescente, mas as mudanças internas são muitas e vão refletir no seu dia a dia.

Vou começar falando da minha própria experiência. Meu sonho de criança (e acredito que de grande parte das meninas também) era fazer 15 anos. Na minha cabeça, era como se quando eu fizesse aniversário, todos me tratariam como adulta e que eu iria parar de ser tratada como um bebê da noite para o dia. Mas, com o tempo, acabei percebendo que, na prática, a coisa não é bem assim. As pessoas não mudam com você, mas você muda com as pessoas.

Eu percebi que dos 14 paraos 15 anos (pode parecer um curto espaço de tempo, mas não é), evolui muito, me tornei mais estudiosa, mais consciente da situação da minha casa e do meu país, comecei a perceber mais os problemas à minha volta e, com tudo isso, criei uma maturidade enorme que aos 14 anos eu não possuía. Por isso que eu digo que talvez a idade seja algo simbólico, porque eu não mudei de uma noite para o dia, tudo foi com o passar do tempo, dia após dia. Você se torna mais conhecedora da sua própria cabeça, você se sente mais importante e é isso que se deve acontecer. Você não deve esperar que ninguém reconheça que você tem 15 anos e que está pronta para tudo na vida, até porque judicialmente você não mudou em nada. (risos) Então, depois dos 15 anos, tente se conhecer mais, ter a noção de quem você realmente é!

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Para complementar um pouco, trouxe o relato de algumas meninas da Galera CAPRICHO que toparam responder a pergunta: “O que mudou para você depois dos 15 anos?”

“Para mim, o que mudou foi a forma de ver o mundo. Depois que eu fiz 15 anos, me senti mais adulta, mais capaz. Isso influenciou diretamente na forma que eu via o mundo, tudo me pareceu mais otimista.” – Bárbara Morais

“Acho que foi a partir daí que comecei a me construir e crescer como pessoa+ Eu mudei muito depois dos 15 anos. Minha personalidade mudou.” – Victoria Ferreira

“Não consigo dizer que muita coisa mudou, porque querendo ou não é só mais uma velinha apagada; mas acho que com 15 anos eu comecei a me conhecer mais. Comecei a ouvir e respeitar meus desejos, sem me cobrar tanto em relação a agradar determinadas pessoas. Minha autoestima também melhorou bastante com isso.” – Mariana Williams

“Depois dos 15 não mudou muita coisa, não… Acho que depois dos 18 que começa a mudar. Construí melhor a minha personalidade, por exemplo.” – Andrielly Neri

“Eu acho que para mim foi meio diferente, porque na minha religião a maioridade é a partir dos 12 anos (sou judia). Então, foi aqui que eu comecei a me sentir uma mulher de verdade, com responsabilidades e tal, apesar de eu ainda ser um bebê.” – Livia Prevot

Então, meninas, acho que deu para perceber que o que a mudança é muito mais interna do que externa. Realize seus próprios desejos, sinta-se bem com você mesma e cuide-se e seja quem você quer ser!

Por último, quero perguntar para todas: Para vocês, o que mudou depois que fizeram 15 anos?

Um grande beijo e até o próximo post,
Isis Cedraz

15
07/2016

Fitagem, plopping, peneira: Seis dicas para ativar os cachos e dar volume ao cabelo

Categorias: Blog da Galera - Por isaotto, em 15/07/2016 às 17:02

Oi, oi, minhas flores! Carioca Andrielly por aqui. Tudo bem?

Algumas de vocês – ou melhor, muitas – já me fizeram a seguinte pergunta: “Como faço para cachear meu cabelo?“. Então, hoje, depois de muitos pedidos, vim revelar alguns de meus segredos para dar um power à cabeleira.

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A verdade é que se seu cabelo for liso, só com babyliss mesmo, mas se o seu cabelo for ondulado ou cacheado como o meu, basta adotar algumas dessas seis soluções para dar volume.

Olha só!

Como sempre, podem me procurar no Facebook, Instagram e até no YouTube para tirarem dúvidas sobre o assunto, caso tenham. Vou responder cada uma de vocês com muito amor e carinho. Ah! Rola também deixar um comentário aqui no post, que eu vou ler todos, ok?

Beijos,
Andrielly Neri

 

11
07/2016

Por que eu passei no The X Factor Brasil mas decidi ir embora

Categorias: Blog da Galera - Por isaotto, em 11/07/2016 às 13:14

Por Isa Bruder Foram, ao todo, mais de 12 horas em pé em uma fila completamente desorganizada fora da Arena Corinthians, no último sábado, dia 9. De manhã, fez muito frio. Depois, o sol do meio dia chegou e ficou até o fim da tarde. Mais de 30 mil pessoas aglomeradas sem organização da produção, pois não assistiram aos vídeos das audições e todos que se inscreveram vieram. Passamos o dia esperando minha vez para cantar alguns segundos. Quando chegou minha vez, já era meia noite e, quando a produtora me convidou para participar da próxima fase, sendo que seria no dia seguinte, no mesmo lugar, em menos de 7 horas, aceitei, porque cantar é meu sonho. Dormi 3 horas, dirigimos meu pai e eu até o Itaquera de novo e esperamos lá. 9 graus às 7h da manhã. Não podíamos beber água, porque depois teríamos que usar os banheiros químicos, tão sujos que eram inutilizáveis. Obviamente sem sono depois de um processo desgastante, estar desidratado prejudicou muitos candidatos. Tinha gente do Rio de Janeiro, de Chapada Diamantina, da Bahia, do Piauí, que não comia desde o dia anterior, e a produção não autorizou a saída para comprar comida.

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Tinha uma moça que torceu o pé durante o processo, estava sendo atendida na ambulância e depois foi barrada ma porta de entrada porque perdeu a hora. Não sei se ela conseguiu entrar no fim. Nada foi fornecido, só água no local de espera, onde meu pai e eu entramos somente depois das 9h da noite. Aguardamos no chão sujo para no fim nem entrar nas cabanas de audição. Cantei para uma produtora ao ar livre, no ponto de check in. Band, sua produtora que me ouviu cantar foi muito educada comigo. Valorize não somente os artistas, mas seus produtores também, pois eles estavam cansados e ninguém teve o bom senso de deixar eles e nós descansarmos. Fomos tratados de um jeito desumano. Enquanto esperava ainda fora do estádio (porque não podíamos esperar em um lugar fechado, com assentos, sendo que esse lugar estava bem na nossa frente ) para cantar a noite, li um post da apresentadora agradecendo o primeiro dia de audições. Será que não ficou claro o desrespeito que aconteceu e segue acontecendo? Fui embora da fila, depois de 5 horas embaixo de um sol escaldante. Quando fui embora, escutava a senha 500 ser chamada. Eu era a 4.111. Cheguei em casa com dor nas costas, com os olhos ardendo de sono e até com o rosto vermelho.

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Eu passei na audição e escolhi ir embora. A vida de um artista aspirante já é cheia de obstáculos, não é necessário que por desorganização absoluta isto seja elevado a um grau inaceitável. Havia mães na fila comigo, com bebês menores de seis meses. Tinha um senhor de uns 80 anos. Fomos instruídos a “vestir para impressionar”. Fomos convidados a trazer amigos e família, mas depois eles foram proibidos de entrar se o participante não fosse menor de idade. Por que? Porque vocês sabem que sonho é sonho, e que ninguém vai reclamar ou ir embora. Me recuso a participar de um programa que não valoriza os participantes que o tornam possível. Mais respeito com seres humanos, por favor.

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08
07/2016

Minha história em Mairi, no interior da Bahia: trabalho árduo, seca e beleza

Categorias: Blog da Galera - Por isaotto, em 08/07/2016 às 14:15

Olá, galera! Quem escreve aqui hoje é a Isis Cedraz: baiana e mairiense com muito orgulho. Não entenderam nada? Então, calma aí, vamos aos poucos, porque no final desse post tenho certeza de que vocês ficarão encantadas com a minha pequenina cidade.

Se você lê os posts do Blog da Galera, vai se lembrar de que já citei em um post que moro no interior da Bahia, especificamente da cidade de Mairi. E como eu sou MUITO apaixonada pela minha cidade, não poderia sair da Galera sem ao menos fazer um post exclusivo sobre ela.

Bom, Mairi tem cerca de 15 mil habitantes. Foi reconhecida como cidade em 1897 e o seu nome nem sempre foi Mairi – antigamente, era chamada de Vila de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre (ufa!). É porque o nosso monte característico possui uma pequena capela, que foi erguida lá no alto e era lá que os fiéis daquela época adoravam à santa Nossa Senhora das Dores. A capelinha tem um ar meio gótico e bem interiorano, que remete bastante às nossas raízes de coisas mais simples e que não deixam em nenhum momento de ressaltar a incrível beleza da caatinga do sertão. Dá uma olhada:

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Na Semana Santa, em Mairi, é tradição subir ao monte para fazer suas orações, agradecer a Deus e reunir toda a família. É uma “aventura” que SEMPRE começa às 05h30 da manhã. Isso mesmo que você leu! A gente costuma ir ao monte na sexta-feira santa, às 05h30, com familiares e amigos para manter a tradição viva.

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No meu interior, como a maioria dos interiores do sertão da Bahia, o sustento de vida é dominado pela agropecuária. Então, é muito comum vermos diversos fazendeiros com chapéus típicos do Nordeste, botas surradas e camisas características. E hoje eu venho tentar trazer para vocês algumas situações ilustrada em fotos, onde nós vemos a beleza disso tudo. É a beleza do trabalho árduo para sustentar a família, do aproveitamento das nossas terras mais secas, de transformar o que não era utilizado como sustento de vida, tudo isso sem deixar de mostrar a beleza natural dos nossos inúmeros galhos secos e mandacarus verdinhos.
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Os bois e cavalos são muito prezados na minha cidade. Eu mesma cresci indo à fazenda (eu chamo de roça) do meu avô para ficar andando a cavalo, brincando com os cachorros, roubando uma fruta ou outra do pé escondida e a minha parte favorita: ficar nadando no rio que tem por lá. Olha só que coisa linda!!!
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Continuando, a compra e venda de gado na cidade também faz parte da economia, então é muito comum vermos no meio da estrada um vaqueiro conduzindo o gado até um lugar que tenha capim, água e um pouco de sombra. Falando mais sobre os cavalos, além de serem utilizados como transporte e nas fazendas de lá, temos algo muito característico aqui chamado de vaquejada. A minha família é apaixonada por esse pedaço da nossa cultura. Meu tio e primo competiam e meu falecido avô que nos levou para essa tradição. Uma vaquejada em família é algo sempre divertido e delicioso, com muita torcida e encontros com outros amigos (porque em interior de verdade, todo mundo conhece todo mundo, não é mesmo?).

 

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Falando um pouco mais da minha cidade e de sua cultura, o São João (festa junina), durante um período, era muito reconhecido na região, trazendo diversos turistas e familiares de quem já mora por aqui. Até poucos anos atrás contávamos também com a Feira do Licor, onde tinham barracas com comidas típicas, caldos e, claro, muito licor e forró!
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Outra festa muito característica de lá é a Padroeira, que acontece todo dia 15 de setembro, com direito aos costumes católicos e desfiles belos e culturais ao longo de toda a cidade.
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Grande parte dos moradores de Mairi são religiosos, então contamos com igrejas católicas, evangélicas, centro espírita e etc. A igreja católica centralizada na Praça J.J Seabra é um dos nossos cartões postais, logo depois do Monte.
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Uma tradição da cidade é reunir o grupo de amigos e ir à praça principal (a mesma da igreja que citei acima), para bater papo, comer, se divertir e, como sempre, paquerar. Isso se torna um pouco engraçado, porque em cidade pequena as notícias se espalham rápido! hahaha Esta aqui é a praça que frequento desde pequena.
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Só para rechear um pouco mais o post, eu citei que minha cidade é no sertão da Bahia, então a nossa região é da caatinga e com períodos de seca. Mas vim mostrar a vocês que nem sempre a seca é “feia”, como muita gente pensa. Cada vegetação tem sua beleza! Olha como a caatinga de Mairi é linda!
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Sinceramente, eu só tenho a agradecer por ter nascido em uma cidade tão cheia de cultura, tão ligada à natureza e tão simples, que me proporcionou uma vida simples e me fez muito ligada à minha família inteira (que é gigantesca). Fico feliz a cada vez que piso meus pés na minha pequena e amada cidade. Mairi, obrigada por ser tão maravilhosa e calma, por me proporcionar uma infância linda, e uma pré-adolescência ainda mais legal e por me fazer prezar os momentos com a minha família e amigos naquela praça ou qualquer outro lugar (na verdade, nós só saímos para comer). Enfim, Mairi, obrigada por existir.
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Foi isso, galera! Espero que vocês possam ter sentido um pouco do meu amor gigantesco pela minha cidade natal.
Um grande beijo, e até o próximo post,
Isis Cedraz.

OBS: Tenho que agradecer grandemente ao Daniel Farias que me disponibilizou suas fotos lindas da minha cidadezinha, valeu Dan! O Insta dele é @trezentose4

 

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